﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><feed xml:lang="pt-PT" xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom"><title type="text">ImoEscala: Imobiliária do Cartaxo</title><subtitle type="text">ImoEscala: Imobiliária do Cartaxo</subtitle><id>uuid:8d5ae006-d0b3-4929-a9ad-14efe45f4c05;id=10</id><rights type="text">Copyright (C) 2026 ImoEscala: Imobiliária do Cartaxo</rights><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><author><name>ImoEscala: Imobiliária do Cartaxo</name><uri>http://www.imoescala.pt</uri><email>geral@imoescala.pt</email></author><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/feed/noticias.xml" /><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/renda-das-casas-em-portugal-desce-12-em-marco-e-o-3-mes-em-queda_88/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/renda-das-casas-em-portugal-desce-12-em-marco-e-o-3-mes-em-queda_88/</id><title type="text">Renda das casas em Portugal desce 1,2% em março – é o 3º mês em queda</title><summary type="text">A procura de&amp;nbsp;casas para arrendar em Portugal&amp;nbsp;continua bem forte. Mas t&amp;ecirc;m-se assistido a um aumento da oferta residencial de maior dimens&amp;atilde;o, o que tem tido impacto em baixa nas rendas. Em mar&amp;ccedil;o, os pre&amp;ccedil;os das casas para arrendar no pa&amp;iacute;s desceram 1,2%, sendo este o terceiro m&amp;ecirc;s de quedas consecutivas (em janeiro recuaram 1,9% e em fevereiro diminu&amp;iacute;ram 1,4%), mostra o &amp;iacute;ndice de pre&amp;ccedil;os do idealista.
Assim,&amp;nbsp;arrendar casa em Portugal&amp;nbsp;passou a ter o custo mediano de 16,4 euros por metro quadrado (euros/m2) no final de mar&amp;ccedil;o de 2026, afastando-se do m&amp;aacute;ximo hist&amp;oacute;rico de 17 euros/m2, registado em outubro de 2025.&amp;nbsp;
Maioria das grandes cidades com casas para arrendar mais caras
Apesar de se registar uma descida anual das rendas das casas a n&amp;iacute;vel nacional, a verdade &amp;eacute; que os&amp;nbsp;custos de arrendamento&amp;nbsp;aumentaram&amp;nbsp;em 12 das 16 capitais de distrito (ou de regi&amp;otilde;es aut&amp;oacute;nomas) analisadas. &amp;nbsp;
As maiores subidas anuais das&amp;nbsp;rendas das casas&amp;nbsp;foram registadas em Bragan&amp;ccedil;a (23,2%), Viana do Castelo (15,2%) e Set&amp;uacute;bal (12,2%). Seguem-se Leiria (10,8%), Ponta Delgada (10,4%), Santar&amp;eacute;m (9,2%) e Coimbra (8,8%). Tamb&amp;eacute;m se observaram aumentos das rendas em Aveiro (5,6%), Funchal (5,5%), Castelo Branco (4,6%) e Faro (4,2%), enquanto &amp;Eacute;vora (0,6%) apresentou uma subida ligeira.
J&amp;aacute; em Lisboa (-0,1%), os&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;os das casas para arrendar&amp;nbsp;mantiveram-se est&amp;aacute;veis. Em sentido contr&amp;aacute;rio, registaram-se descidas anuais nas rendas no Porto (-4%), Viseu (-3,9%) e em Braga (-3,2%), mostram ainda os dados do idealista.
Lisboa continua a ser a cidade mais cara para&amp;nbsp;arrendar casa, com um pre&amp;ccedil;o mediano de 22 euros/m2, seguida do Porto (16,8 euros/m2) e do Funchal (16,8 euros/m2). Logo depois surgem Faro (14,8 euros/m2), Set&amp;uacute;bal (13,8 euros/m2), Coimbra (12,9 euros/m2), &amp;Eacute;vora (12,3 euros/m2), Aveiro (11,5 euros/m2) e Ponta Delgada (11,1 euros/m2). No segmento interm&amp;eacute;dio encontram-se Braga (10,3 euros/m2), Viana do Castelo (9,9 euros/m2), Santar&amp;eacute;m (9,6 euros/m2) e Leiria (9,5 euros/m2).
As&amp;nbsp;capitais mais econ&amp;oacute;micas&amp;nbsp;para&amp;nbsp;arrendar uma habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;continuam a ser Viseu (7,5 euros/m2), Bragan&amp;ccedil;a (7,5 euros/m2) e Castelo Branco (6,9 euros/m2).
Pre&amp;ccedil;o das casas para arrendar por grandes cidades
Valor mediano em mar&amp;ccedil;o de 2026 (euros/m2/m&amp;ecirc;s)
Varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre mar&amp;ccedil;o de 2026 e o mesmo m&amp;ecirc;s do ano passado (%)

	Table with 3 columns and 16 rows. (column headers with buttons are sortable)
	
		
			Capitais de distrito (ou de regi&amp;otilde;es aut&amp;oacute;nomas)
			Pre&amp;ccedil;o (euros/m2)
			Varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual
		
	
	
		
			Bragan&amp;ccedil;a
			7,5
			23,2%
			23,2%
			23,2%
		
		
			Viana do Castelo
			9,9
			15,2%
			15,2%
			15,2%
		
		
			Set&amp;uacute;bal
			13,8
			12,2%
			12,2%
			12,2%
		
		
			Leiria
			9,5
			10,8%
			10,8%
			10,8%
		
		
			Ponta Delgada
			11,1
			10,4%
			10,4%
			10,4%
		
		
			Santar&amp;eacute;m
			9,6
			9,2%
			9,2%
			9,2%
		
		
			Coimbra
			12,9
			8,8%
			8,8%
			8,8%
		
		
			Aveiro
			11,5
			5,6%
			5,6%
			5,6%
		
		
			Funchal
			16,8
			5,5%
			5,5%
			5,5%
		
		
			Castelo Branco
			6,9
			4,6%
			4,6%
			4,6%
		
		
			Faro
			14,8
			4,2%
			4,2%
			4,2%
		
		
			&amp;Eacute;vora
			12,3
			0,6%
			0,6%
			0,6%
		
		
			Lisboa
			22,0
			&amp;minus;0,1%
			&amp;minus;0,1%
			&amp;minus;0,1%
		
		
			Braga
			10,3
			&amp;minus;3,2%
			&amp;minus;3,2%
			&amp;minus;3,2%
		
		
			Viseu
			7,5
			&amp;minus;3,9%
			&amp;minus;3,9%
			&amp;minus;3,9%
		
		
			Porto
			16,8
			&amp;minus;4,0%
			&amp;minus;4,0%
			&amp;minus;4,0%
		
	



Fonte:&amp;nbsp;idealistaDescarregar estes dadosIncorporar&amp;nbsp;Descarregar imagemCriado com&amp;nbsp;Datawrapper
Distrito de Lisboa com rendas est&amp;aacute;veis &amp;ndash; e no Porto descem quase 4%
Nos &amp;uacute;ltimos 12 meses, os&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;os das casas para arrendar&amp;nbsp;subiram em 14 dos 20 distritos e ilhas analisados, mantiveram-se est&amp;aacute;veis num territ&amp;oacute;rio e desceram nos restantes cinco.
A maior&amp;nbsp;subida anual&amp;nbsp;das&amp;nbsp;rendas das casas&amp;nbsp;registou-se em Bragan&amp;ccedil;a (47,3%), seguida de Beja (15,3%), ilha de S&amp;atilde;o Miguel (11,8%), Castelo Branco (10,7%) e Coimbra (10,2%). Registaram-se ainda aumentos em Aveiro (8,1%), Portalegre (7,2%), Viana do Castelo (6,7%), Set&amp;uacute;bal (6%), ilha da Madeira (5,2%), Leiria (4,7%), &amp;Eacute;vora (4,2%), Santar&amp;eacute;m (4,1%) e Braga (1%).&amp;nbsp;
J&amp;aacute; em Lisboa (-0,1%), os pre&amp;ccedil;os mantiveram-se est&amp;aacute;veis. Em sentido contr&amp;aacute;rio, as maiores descidas anuais das&amp;nbsp;rendas das casas&amp;nbsp;observaram-se em Vila Real (-17%), Guarda (-13,4%), Porto (-3,9%), Viseu (-1,8%) e Faro (-1%).
O distrito de Lisboa lidera o ranking dos distritos e ilhas mais caras para&amp;nbsp;arrendar casa, com um pre&amp;ccedil;o mediano de 20,2 euros/m2, seguido da ilha da Madeira (16,3 euros/m2) e de Faro (15,2 euros/m2). Logo depois surgem Porto (15 euros/m2) e Set&amp;uacute;bal (14,6 euros/m2).
Com valores de&amp;nbsp;arrendamento habitacional&amp;nbsp;iguais ou acima dos 10 euros/m2 encontram-se ainda Coimbra (12,1 euros/m2), ilha de S&amp;atilde;o Miguel (11,6 euros/m2), &amp;Eacute;vora (11,5 euros/m2), Beja (10,6 euros/m2), Aveiro (10,4 euros/m2), Braga (10,3 euros/m2) e Leiria (10,1 euros/m2).
No segmento interm&amp;eacute;dio est&amp;atilde;o Viana do Castelo (9,5 euros/m2), Santar&amp;eacute;m (8,9 euros/m2), Bragan&amp;ccedil;a (8,3 euros/m2) e Castelo Branco (8,3 euros/m2). Os distritos mais acess&amp;iacute;veis para&amp;nbsp;arrendar casa&amp;nbsp;continuam a ser Viseu (7,4 euros/m2), Portalegre (7 euros/m2), Vila Real (6,8 euros/m2) e Guarda (6,2 euros/m2).
Pre&amp;ccedil;o das casas para arrendar por distritos e ilhas
Valor mediano em mar&amp;ccedil;o de 2026 (euros/m2/m&amp;ecirc;s)
Varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre mar&amp;ccedil;o de 2026 e o mesmo m&amp;ecirc;s do ano passado (%)

	Table with 3 columns and 20 rows. (column headers with buttons are sortable)
	
		
			Distritos/ilhas
			Pre&amp;ccedil;o (euros/m2)
			Varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual
		
	
	
		
			Bragan&amp;ccedil;a
			8,3
			47,3%
			47,3%
			47,3%
		
		
			Beja
			10,6
			15,3%
			15,3%
			15,3%
		
		
			S&amp;atilde;o Miguel (ilha)
			11,6
			11,8%
			11,8%
			11,8%
		
		
			Castelo Branco
			8,3
			10,7%
			10,7%
			10,7%
		
		
			Coimbra
			12,1
			10,2%
			10,2%
			10,2%
		
		
			Aveiro
			10,4
			8,1%
			8,1%
			8,1%
		
		
			Portalegre
			7,0
			7,2%
			7,2%
			7,2%
		
		
			Viana do Castelo
			9,5
			6,7%
			6,7%
			6,7%
		
		
			Set&amp;uacute;bal
			14,6
			6,0%
			6,0%
			6,0%
		
		
			Madeira (Ilha)
			16,3
			5,2%
			5,2%
			5,2%
		
		
			Leiria
			10,1
			4,7%
			4,7%
			4,7%
		
		
			&amp;Eacute;vora
			11,5
			4,2%
			4,2%
			4,2%
		
		
			Santar&amp;eacute;m
			8,9
			4,1%
			4,1%
			4,1%
		
		
			Braga
			10,3
			1,0%
			1,0%
			1,0%
		
		
			Lisboa
			20,2
			&amp;minus;0,1%
			&amp;minus;0,1%
			&amp;minus;0,1%
		
		
			Faro
			15,2
			&amp;minus;1,0%
			&amp;minus;1,0%
			&amp;minus;1,0%
		
		
			Viseu
			7,4
			&amp;minus;1,8%
			&amp;minus;1,8%
			&amp;minus;1,8%
		
		
			Porto
			15,0
			&amp;minus;3,9%
			&amp;minus;3,9%
			&amp;minus;3,9%
		
		
			Guarda
			6,2
			&amp;minus;13,4%
			&amp;minus;13,4%
			&amp;minus;13,4%
		
		
			Vila Real
			6,8
			&amp;minus;17,0%
			&amp;minus;17,0%
			&amp;minus;17,0%
		
	



Fonte:&amp;nbsp;idealistaDescarregar estes dadosIncorporar&amp;nbsp;Descarregar imagemCriado com&amp;nbsp;Datawrapper
Regi&amp;atilde;o Norte e Algarve com quedas nas rendas
Nos &amp;uacute;ltimos 12 meses, os&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;os das casas para arrendar&amp;nbsp;subiram em quatro das sete regi&amp;otilde;es portuguesas analisadas, desceram em duas e mantiveram-se est&amp;aacute;veis numa.
As maiores subidas anuais das rendas registaram-se na Regi&amp;atilde;o Aut&amp;oacute;noma dos A&amp;ccedil;ores (8,8%), seguida do Centro (6,3%), da Regi&amp;atilde;o Aut&amp;oacute;noma da Madeira (6,1%) e do Alentejo (5,3%). A &amp;Aacute;rea Metropolitana de Lisboa (0,1%) manteve-se est&amp;aacute;vel. Em sentido contr&amp;aacute;rio, verificaram-se descidas anuais no Norte (-4,6%) e no Algarve (-1%).
A &amp;Aacute;rea Metropolitana de Lisboa mant&amp;eacute;m-se como a regi&amp;atilde;o mais cara do pa&amp;iacute;s para&amp;nbsp;arrendar casa, com um pre&amp;ccedil;o mediano de 19,6 euros/m2. Seguem-se a Regi&amp;atilde;o Aut&amp;oacute;noma da Madeira (16,3 euros/m2) e o Algarve (15,2 euros/m2). Logo depois surgem o Norte (13,8 euros/m2) e o Alentejo (11,6 euros/m2). As regi&amp;otilde;es mais acess&amp;iacute;veis para&amp;nbsp;arrendar uma habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;continuam a ser a Regi&amp;atilde;o Aut&amp;oacute;noma dos A&amp;ccedil;ores (10,9 euros/m2) e o Centro (10,3 euros/m2).

Regi&amp;atilde;o Norte e Porto com quedas nas rendasFoto de Sonny Vermeer no Pexels
&amp;Iacute;ndice de pre&amp;ccedil;os imobili&amp;aacute;rios do idealista
Para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;iacute;ndice de pre&amp;ccedil;os imobili&amp;aacute;rios do idealista, s&amp;atilde;o analisados &amp;#8203;&amp;#8203;os pre&amp;ccedil;os de oferta (com base nos metros quadrados constru&amp;iacute;dos) publicados pelos anunciantes do idealista. S&amp;atilde;o eliminados da estat&amp;iacute;stica an&amp;uacute;ncios at&amp;iacute;picos e com pre&amp;ccedil;os fora de mercado.&amp;nbsp;
Inclu&amp;iacute;mos ainda a tipologia &amp;ldquo;moradias unifamiliares&amp;rdquo; e descartamos todos os an&amp;uacute;ncios que se encontram na nossa base de dados e que est&amp;atilde;o h&amp;aacute; algum tempo sem qualquer tipo de intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelos utilizadores. O resultado final &amp;eacute; obtido atrav&amp;eacute;s da mediana de todos os an&amp;uacute;ncios v&amp;aacute;lidos de cada mercado.&amp;nbsp;
O relat&amp;oacute;rio completo encontra-se em:&amp;nbsp;https://www.idealista.pt/media/relatorios-preco-habitacao/arrendamento/</summary><published>2026-04-02T00:00:00+01:00</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/renda-das-casas-em-portugal-desce-12-em-marco-e-o-3-mes-em-queda_88/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/mais-um-recorde-avaliacao-das-casas-esta-nos-2122-euros-por-m2_87/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/mais-um-recorde-avaliacao-das-casas-esta-nos-2122-euros-por-m2_87/</id><title type="text">Mais um recorde: avaliação das casas está nos 2.122 euros por m2</title><summary type="text">Desde o pedido de cr&amp;eacute;dito habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao banco at&amp;eacute; &amp;agrave; escritura da casa h&amp;aacute; um longo caminho a percorrer, e um dos momentos fundamentais &amp;eacute; o da&amp;nbsp;avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o banc&amp;aacute;ria,&amp;nbsp;que em Portugal continua a bater recordes m&amp;ecirc;s ap&amp;oacute;s m&amp;ecirc;s. Em fevereiro, o valor mediano fixou-se nos 2.122 euros por metro quadrado (m2), um novo m&amp;aacute;ximo hist&amp;oacute;rico, segundo dados divulgados esta quarta-feira (25 de mar&amp;ccedil;o de 2026) pelo Instituto Nacional de Estat&amp;iacute;stica (INE).
&amp;ldquo;Em fevereiro de 2026, o valor mediano de&amp;nbsp;avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o banc&amp;aacute;ria, realizada no &amp;acirc;mbito de pedidos de&amp;nbsp;cr&amp;eacute;dito para a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, fixou-se em 2.122 euros por metro quadrado (euros/m2), tendo aumentado 17 euros (0,8%) relativamente a janeiro de 2026&amp;rdquo;, l&amp;ecirc;-se na nota do instituto. Em termos hom&amp;oacute;logos, a taxa de varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o fixou-se em 17,2% (18,7% em janeiro).
A an&amp;aacute;lise por regi&amp;otilde;es revela que a Grande Lisboa, o Algarve e a Pen&amp;iacute;nsula de Set&amp;uacute;bal apresentaram valores de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o superiores &amp;agrave; mediana do pa&amp;iacute;s em 52,4%, 32,8% e 23,0%, respetivamente. Terras de Tr&amp;aacute;s-os- Montes, Beiras e Serra da Estrela e Alto T&amp;acirc;mega e Barroso foram as regi&amp;otilde;es que apresentaram valores mais baixos em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; mediana nacional (-52,5%, -51,6% e -50,1%, respetivamente).
No apuramento do valor mediano de&amp;nbsp;avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o banc&amp;aacute;ria&amp;nbsp;de fevereiro de 2026, foram consideradas 29.625 avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es (18.380 apartamentos e 11.245 moradias), menos 15,6% que no per&amp;iacute;odo hom&amp;oacute;logo. &amp;ldquo;Em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o per&amp;iacute;odo anterior, realizaram-se menos 1.691 avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es banc&amp;aacute;rias, o que corresponde a um decr&amp;eacute;scimo de 5,4%&amp;rdquo;, indica o&amp;nbsp;boletim do INE.
Avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o banc&amp;aacute;ria da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o: como evolui em Portugal&amp;nbsp;&amp;nbsp;
Valor por metro quadrado das avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es banc&amp;aacute;rias de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o (euros/m2)
201920202021202220232024202520268001&amp;nbsp;0001&amp;nbsp;2001&amp;nbsp;4001&amp;nbsp;6001&amp;nbsp;8002&amp;nbsp;0002&amp;nbsp;200Dez &amp;rsquo;231&amp;nbsp;536Dez &amp;rsquo;231&amp;nbsp;536
Valor mediano (euros/m2)

Gr&amp;aacute;fico:&amp;nbsp;idealista/newsFonte:&amp;nbsp;INECriado com&amp;nbsp;Datawrapper
Apartamentos: valor do m2 sobe 21,9% em termos hom&amp;oacute;logos
O valor mediano de&amp;nbsp;avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o banc&amp;aacute;ria de apartamentos&amp;nbsp;foi 2.478 euros/m2, superior em 21,9% face ao mesmo m&amp;ecirc;s de 2025. Os valores mais elevados foram observados na Grande Lisboa (3.298 euros/m2) e no Algarve (2.856 euros/m2), tendo o Alentejo e o Centro apresentado os valores mais baixos (1.477 euros/m2 e 1 612 euros/m2 respetivamente).&amp;nbsp;
A Regi&amp;atilde;o Aut&amp;oacute;noma dos A&amp;ccedil;ores apresentou o crescimento hom&amp;oacute;logo mais expressivo (29,8%), n&amp;atilde;o se tendo verificado qualquer descida. Comparativamente com o m&amp;ecirc;s anterior, o valor de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o subiu 1,3% em fevereiro, tendo o Centro registado o maior aumento (3,3%) e o Alentejo a &amp;uacute;nica descida (-1,9%).&amp;nbsp;

	Tipologia T1:&amp;nbsp;valor mediano dos apartamentos subiu 27 euros, para 3.126 euros/m2;
	Tipologia T2:&amp;nbsp;aumentou 31 euros para 2.560 euros/m2;
	Tipologia T3:&amp;nbsp;subiu 36 euros para 2.157 euros/m2.

No seu conjunto, estas tipologias representaram 92,8% das avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es de apartamentos realizadas no per&amp;iacute;odo em an&amp;aacute;lise.
Moradias: valor mediano na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o banc&amp;aacute;ria cresce 13,5%
Nas moradias, o valor mediano da avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o banc&amp;aacute;ria foi de 1.529 euros/m2 em fevereiro de 2026, o que representa um acr&amp;eacute;scimo de 13,5% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo m&amp;ecirc;s do ano anterior. &amp;nbsp;No seu conjunto, estas tipologias representaram 87,9% das avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es de moradias realizadas no per&amp;iacute;odo em an&amp;aacute;lise.&amp;nbsp;
Os valores mais elevados observaram-se na Grande Lisboa (2.792 euros/m2) e no Algarve (2.761 euros/m2), registando o Centro e o Alentejo os valores mais baixos (1.133 euros/m2 e 1.250 euros/m2 respetivamente). A Regi&amp;atilde;o Aut&amp;oacute;noma dos A&amp;ccedil;ores apresentou o crescimento hom&amp;oacute;logo mais elevado (18,0%), n&amp;atilde;o se tendo registado qualquer descida.

	Tipologia T2:&amp;nbsp;valor mediano das moradias manteve-se em 1.514 euros/m2;&amp;nbsp;
	Tipologia T3:&amp;nbsp;aumentou nove euros para 1.506 euros/m2;
	Tipologia T4:&amp;nbsp;desceu 2 euros, para 1.585 euros/m2.

Fonte: Idealista</summary><published>2026-03-25T00:00:00Z</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/mais-um-recorde-avaliacao-das-casas-esta-nos-2122-euros-por-m2_87/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/casas-com-iva-a-6-no-pacote-fiscal-imt-agrava-para-quem-fugir-a-regra_85/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/casas-com-iva-a-6-no-pacote-fiscal-imt-agrava-para-quem-fugir-a-regra_85/</id><title type="text">Casas com IVA a 6% no pacote fiscal: IMT agrava para quem fugir à regra</title><summary type="text">O&amp;nbsp;pacote fiscal para a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;do Governo foi aprovado na quarta-feira, dia 18 de fevereiro, em sede de comiss&amp;atilde;o parlamentar, apresentando algumas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es face &amp;agrave; vers&amp;atilde;o inicial. Uma delas d&amp;aacute; mais responsabilidades a quem&amp;nbsp;compra casa com IVA a 6%,&amp;nbsp;pois ter&amp;aacute; de afet&amp;aacute;-la a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria e permanente durante o per&amp;iacute;odo m&amp;iacute;nimo de 12 meses. Caso contr&amp;aacute;rio, ter&amp;aacute; uma penaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o no IMT de 10 pontos percentuais relativo ao momento da compra.
Foi na quarta-feira, dia 18 de fevereiro de 2026, que os deputados da Comiss&amp;atilde;o de Or&amp;ccedil;amento e Finan&amp;ccedil;as aprovaram, na especialidade, as&amp;nbsp;medidas fiscais do Governo&amp;nbsp;para a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que incluem aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de IVA a 6% para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de im&amp;oacute;veis destinados a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria e permanente dentro de valores moderados (ou seja, 2.300 euros no arrendamento e&amp;nbsp;660.982 euros na venda).&amp;nbsp;Mas para passar neste crivo parlamentar, esta medida foi alterada pelo PSD e CDS-PP.
O novo regime prev&amp;ecirc;, agora, uma penaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para os compradores que beneficiem do IVA reduzido e vendam ou deixem de habitar o&amp;nbsp;im&amp;oacute;vel&amp;nbsp;no prazo de um ano. Nestes casos, ser&amp;aacute; aplicado um agravamento de 10 pontos percentuais (p.p.) sobre o Imposto Municipal sobre as Transmiss&amp;otilde;es Onerosas de Im&amp;oacute;veis (IMT), aquando da compra do im&amp;oacute;vel. Para Bruna Melo, Partner da EY, trata-se de &amp;ldquo;uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;aacute;tica, de f&amp;aacute;cil implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e que permite tirar agora do papel este diploma&amp;rdquo;, disse citada pelo Jornal Econ&amp;oacute;mico.
Tamb&amp;eacute;m o&amp;nbsp;setor da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;considera que a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o equilibra responsabilidades. &amp;Agrave; mesma&amp;nbsp;publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Manuel Reis Campos, presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Industriais da Constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Civil e Obras P&amp;uacute;blicas (AICCOPN), disse que &amp;ldquo;ao imputar a responsabilidade ao comprador em caso de incumprimento, introduz-se maior proporcionalidade e justi&amp;ccedil;a no sistema&amp;rdquo;. O respons&amp;aacute;vel considera ainda que esta&amp;nbsp;penaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o no IMT&amp;nbsp;funciona como um &amp;ldquo;mecanismo dissuasor de comportamentos oportun&amp;iacute;sticos&amp;rdquo;, protegendo a finalidade social da medida.
J&amp;aacute; Manuel Maria Gon&amp;ccedil;alves, CEO da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Portuguesa de Promotores e Investidores Imobili&amp;aacute;rios (APPII), entende que o novo enquadramento refor&amp;ccedil;a a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica do regime. O CEO da APPII, defende que &amp;ldquo;o promotor apenas deve ser responsabilizado por factos que se encontrem dentro da sua esfera de controlo jur&amp;iacute;dico e material&amp;rdquo; e sublinha que a medida pode contribuir para dinamizar a&amp;nbsp;oferta habitacional&amp;nbsp;e aproximar o mercado das necessidades das fam&amp;iacute;lias.
Para os especialistas e representantes do setor, a&amp;nbsp;descida do IVA para 6%&amp;nbsp;representa um avan&amp;ccedil;o relevante. Manuel Reis Campos classifica a decis&amp;atilde;o como &amp;ldquo;uma medida estrutural, com capacidade efetiva para estimular o aumento da oferta habitacional&amp;rdquo;, enquanto Bruna Melo considera que &amp;ldquo;&amp;eacute; uma medida muito positiva&amp;rdquo;, sobretudo por clarificar responsabilidades e incentivar&amp;nbsp;novos projetos de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o.
Artigo visto em (Jornal Econ&amp;oacute;mico)
IVA a 6%. Agravar IMT &amp;eacute; solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ldquo;para tirar o diploma do papel&amp;rdquo;</summary><published>2026-03-06T00:00:00Z</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/casas-com-iva-a-6-no-pacote-fiscal-imt-agrava-para-quem-fugir-a-regra_85/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/lesados-de-burla-defendem-maior-protecao-legal-na-compra-de-imoveis_86/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/lesados-de-burla-defendem-maior-protecao-legal-na-compra-de-imoveis_86/</id><title type="text">Lesados de burla defendem maior proteção legal na compra de imóveis</title><summary type="text">O grupo de lesados de uma alegada&amp;nbsp;burla imobili&amp;aacute;ria em Palmela&amp;nbsp;defendeu esta ter&amp;ccedil;a-feira (dia 3 de mar&amp;ccedil;o), no Parlamento, um conjunto de altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas para refor&amp;ccedil;ar a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos compradores de im&amp;oacute;veis e evitar que situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es semelhantes se repitam no futuro.
&amp;ldquo;Identific&amp;aacute;mos um conjunto de problemas legais, na perspetiva dos compradores, que julgamos que devem ser atendidos em termos legislativos. O que n&amp;oacute;s queremos &amp;eacute; que, no futuro, com as devidas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas, se evite que outros&amp;nbsp;compradores de im&amp;oacute;veis em Portugal passem pela situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que n&amp;oacute;s pass&amp;aacute;mos&amp;rdquo;, disse H&amp;eacute;lder Milheiro numa audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da comiss&amp;atilde;o parlamentar de Infraestruturas, Mobilidade e Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o.
No processo, em investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela Pol&amp;iacute;cia Judici&amp;aacute;ria (PJ) de Set&amp;uacute;bal, est&amp;aacute; em causa o&amp;nbsp;incumprimento&amp;nbsp;dos&amp;nbsp;contratos-promessa de compra e venda de im&amp;oacute;veis&amp;nbsp;nos empreendimentos Palmela Dreams, Alcaide Villas, Urbaniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Santa Teresinha (lotes 14/15/16), Aires Dreams Living e Ferra Cinta, no concelho de Palmela, distrito de Set&amp;uacute;bal.
O porta-voz do movimento que representa 120 lesados&amp;nbsp;lembrou que est&amp;atilde;o em causa 17 milh&amp;otilde;es de euros que foram entregues a t&amp;iacute;tulo de sinal ao&amp;nbsp;promotor imobili&amp;aacute;rio&amp;nbsp;e que, em assembleia de credores, s&amp;atilde;o reclamados mais de 26 milh&amp;otilde;es de euros devido a v&amp;aacute;rias irregularidades em todo o processo, incluindo a venda de alguns im&amp;oacute;veis a quatro promitentes compradores.
&amp;ldquo;Se existisse uma obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de registo destes contratos, isso teria sido imposs&amp;iacute;vel porque as pessoas teriam notado que aquela&amp;nbsp;moradia, aquele lote, j&amp;aacute; estava prometido a algu&amp;eacute;m. Por isso n&amp;atilde;o haveria possibilidade de o prometer a duas, tr&amp;ecirc;s, quatro, cinco pessoas&amp;rdquo;, disse.
H&amp;eacute;lder Milheiro lamentou ainda a falta de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das autarquias e de supervis&amp;atilde;o da entidade reguladora do&amp;nbsp;setor imobili&amp;aacute;rio, bem como a inexist&amp;ecirc;ncia de um registo oficial dos valores transacionados na&amp;nbsp;compra de im&amp;oacute;veis, considerando que este mecanismo poderia ser mais uma salvaguarda para os comparadores.
Deputados reconhem que prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos compradores deve ser refor&amp;ccedil;ada
A deputada do Chega Cl&amp;aacute;udia Estev&amp;atilde;o reconheceu a import&amp;acirc;ncia da audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos lesados para se perceber a necessidade de medidas que garantam minimamente a&amp;nbsp;prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos compradores.
Pelo PSD, a deputada Margarida Saavedra admitiu que &amp;ldquo;h&amp;aacute; de facto, neste momento, uma desprote&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; dos compradores, mas considerou haver &amp;ldquo;alguma dificuldade em fazer um registo sobre um bem que n&amp;atilde;o existe&amp;rdquo;, argumentando que, &amp;ldquo;quando se&amp;nbsp;compra um andar em planta, n&amp;atilde;o se tem um bem juridicamente constitu&amp;iacute;do&amp;rdquo;.
Por sua vez, o deputado socialista Francisco Frederico fez uma distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os casos de fal&amp;ecirc;ncia das empresas vendedoras e os casos em que o mesmo&amp;nbsp;im&amp;oacute;vel &amp;eacute; vendido a v&amp;aacute;rias pessoas, como se verificou em&amp;nbsp;Palmela, considerando que, neste &amp;uacute;ltimo caso, o registo pr&amp;eacute;vio poderia ser uma prova de burla.
A deputada da IL Ang&amp;eacute;lique Da Teresa, que j&amp;aacute; se tinha reunido com o grupo de lesados e que viu aprovada pelo Parlamento uma das suas propostas para que as v&amp;iacute;timas da alegada burla n&amp;atilde;o tivessem de&amp;nbsp;pagar mais-valias&amp;nbsp;por neg&amp;oacute;cios que n&amp;atilde;o se concretizaram, prometeu n&amp;atilde;o deixar cair o assunto.
&amp;ldquo;N&amp;oacute;s, enquanto legisladores, n&amp;atilde;o podemos deixar cair este assunto. Temos que olhar para a lei, temos que assumir que h&amp;aacute;, de facto, uma zona cinzenta que tem que ser preenchida para que situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es destas n&amp;atilde;o voltem a acontecer&amp;rdquo;, disse a deputada da IL.
Fonte: Lusa</summary><published>2026-03-06T00:00:00Z</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/lesados-de-burla-defendem-maior-protecao-legal-na-compra-de-imoveis_86/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/precos-das-casas-registam-aumento-recorde-de-234-em-2025_83/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/precos-das-casas-registam-aumento-recorde-de-234-em-2025_83/</id><title type="text">Preços das casas registam aumento recorde de 23,4% em 2025</title><summary type="text">Interior do pa&amp;iacute;s destaca-se no crescimento
Os dados da Confidencial Imobili&amp;aacute;rio revelam que a&amp;nbsp;maior valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o se concentra fora das grandes &amp;aacute;reas metropolitanas, especialmente em distritos do interior como Castelo Branco, Santar&amp;eacute;m, Vila Real, Bragan&amp;ccedil;a, &amp;Eacute;vora, Portalegre e Beja. Das 147 localidades com subidas acima da m&amp;eacute;dia, apenas nove est&amp;atilde;o localizadas nas regi&amp;otilde;es metropolitanas de Lisboa e Porto.

Entre os concelhos mais din&amp;acirc;micos est&amp;atilde;o ainda Barreiro, na &amp;Aacute;rea Metropolitana (AM) de Lisboa, e Gondomar, na AM Porto, ambos com valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o superior a&amp;nbsp;30%.

Entre as capitais de distrito,&amp;nbsp;Beja, Bragan&amp;ccedil;a, Castelo Branco, Santar&amp;eacute;m, Portalegre e &amp;Eacute;vora, assim como&amp;nbsp;Set&amp;uacute;bal, Faro e Aveiro, registaram subidas superiores &amp;agrave; m&amp;eacute;dia nacional, entre&amp;nbsp;24,8% e 33,5%.

Lisboa e Porto, embora abaixo da m&amp;eacute;dia, destacaram-se pela&amp;nbsp;acelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o face a 2024: a capital valorizou&amp;nbsp;18,2%&amp;nbsp;(vs. 5,5% em 2024), com pre&amp;ccedil;o m&amp;eacute;dio de&amp;nbsp;5.200&amp;euro;/m&amp;sup2;, enquanto o Porto aumentou&amp;nbsp;16,6%&amp;nbsp;(vs. 7,8% em 2024), atingindo&amp;nbsp;3.733&amp;euro;/m&amp;sup2;. O pre&amp;ccedil;o m&amp;eacute;dio das casas em Portugal Continental situou-se em&amp;nbsp;2.874&amp;euro;/m&amp;sup2;&amp;nbsp;no ano passado.

Fonte: Casa Yes</summary><published>2026-01-28T00:00:00Z</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/precos-das-casas-registam-aumento-recorde-de-234-em-2025_83/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/banco-de-fomento-tem-4-mil-me-para-apoiar-habitacao-a-custos-acessiveis_84/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/banco-de-fomento-tem-4-mil-me-para-apoiar-habitacao-a-custos-acessiveis_84/</id><title type="text">Banco de Fomento tem 4 mil ME para apoiar habitação a custos acessíveis</title><summary type="text">
Quatro &amp;aacute;reas estrat&amp;eacute;gicas
O total de 4.000 milh&amp;otilde;es de euros em garantias destina-se a quatro &amp;aacute;reas:&amp;nbsp;estrat&amp;eacute;gias locais de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;(garantia do Banco de Fomento a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;iacute;vel promovida pelos munic&amp;iacute;pios);&amp;nbsp;parcerias p&amp;uacute;blico-privadas de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o; linhas do&amp;nbsp;Banco Europeu de Investimento&amp;nbsp;para&amp;nbsp;constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de habita&amp;ccedil;&amp;otilde;es a custos acess&amp;iacute;veis; por fim,&amp;nbsp;cooperativas de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

No caso das&amp;nbsp;cooperativas de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, explicou que a garantia do Banco de Fomento serve para dar &amp;lsquo;conforto&amp;rsquo; &amp;agrave; banca comercial para que esta possa financiar os projetos.

O presidente do Banco de Fomento disse que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; definido&amp;nbsp;quanto do valor total ser&amp;aacute; adstrito a cada &amp;aacute;rea, pois depender&amp;aacute; da procura.

Em 2025, n&amp;atilde;o houve financiamento do Banco de Fomento destinado &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, disse &amp;agrave; Lusa &amp;agrave; margem do evento.

Fonte:&amp;nbsp;Lusa/ Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o
&amp;nbsp;</summary><published>2026-01-28T00:00:00Z</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/banco-de-fomento-tem-4-mil-me-para-apoiar-habitacao-a-custos-acessiveis_84/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/credito-habitacao-em-janeiro-de-2026-estas-sao-as-prestacoes-da-casa_81/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/credito-habitacao-em-janeiro-de-2026-estas-sao-as-prestacoes-da-casa_81/</id><title type="text">Crédito habitação em janeiro de 2026? Estas são as prestações da casa</title><summary type="text">O ano de 2026 arranca com ligeiros aumentos das presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da casa para os&amp;nbsp;novos cr&amp;eacute;ditos habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o a taxa vari&amp;aacute;vel. Isto porque as taxas Euribor voltaram a registar uma subida mensal em dezembro, seguindo a tend&amp;ecirc;ncia observada desde o ver&amp;atilde;o de 2025. Nos contratos existentes, s&amp;oacute; quem tem empr&amp;eacute;stimos indexados &amp;agrave; Euribor a 12 meses &amp;eacute; que ver&amp;aacute; a&amp;nbsp;presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da casa&amp;nbsp;a ser revista em baixa em janeiro.
H&amp;aacute; v&amp;aacute;rios meses que os analistas de mercado t&amp;ecirc;m apontado para uma estabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da&amp;nbsp;Euribor&amp;nbsp;em torno de 2%, em linha com a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das taxas de juro diretoras do Banco Central Europeu no mesmo patamar desde julho at&amp;eacute;&amp;nbsp;dezembro de 2025. Mas, desde o ver&amp;atilde;o, t&amp;ecirc;m-se sentido ligeiros aumentos deste indexante m&amp;ecirc;s ap&amp;oacute;s m&amp;ecirc;s.
Em dezembro n&amp;atilde;o foi diferente. Uma vez mais,&amp;nbsp;Euribor subiu&amp;nbsp;para todos os prazos, ainda que ligeiramente, deixando as taxas m&amp;eacute;dias mensais nos seguintes valores no &amp;uacute;ltimo m&amp;ecirc;s de 2025:

	Euribor a 12 meses:&amp;nbsp;fixou-se em 2,267% em dezembro, mais 0,05 pontos percentuais (p.p.) face ao m&amp;ecirc;s anterior;
	Euribor a 6 meses:&amp;nbsp;m&amp;eacute;dia mensal voltou a subir para 2,139% em dezembro, mais 0,008 p.p. do que em novembro;
	Euribor a 3 meses:&amp;nbsp;aumentou para 2,048% em dezembro, uma subida mensal de 0,006 p.p..

Euribor a 3, 6 e 12 meses: como evoluiu nos &amp;uacute;ltimos anos?
Taxa m&amp;eacute;dia mensal desde maio de 2007 at&amp;eacute; dezembro de 2025
200820102012201420162018202020222024&amp;minus;10123456%Euribor 12 mesesDez &amp;rsquo;112,008%Euribor 12 mesesDez &amp;rsquo;112,008%
Euribor 3 meses
Euribor 12 meses
Euribor 6 meses
Criado com&amp;nbsp;Datawrapper
Presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da casa iniciam 2026 com ligeira subida mensal
A ligeira subida das m&amp;eacute;dias mensais da Euribor em dezembro foi suficiente para se refletir em alguns euros nas presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da casa calculadas para os&amp;nbsp;novos cr&amp;eacute;ditos habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;contratados em janeiro de 2026. O impacto ser&amp;aacute; maior no prazo mais longo.
&amp;Eacute; isso que mostram as simula&amp;ccedil;&amp;otilde;es do&amp;nbsp;idealista/cr&amp;eacute;ditohabita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que t&amp;ecirc;m em conta um&amp;nbsp;empr&amp;eacute;stimo da casa&amp;nbsp;a taxa vari&amp;aacute;vel contratado em janeiro (que usa a m&amp;eacute;dia mensal da Euribor de dezembro) no valor de 150.000 euros, com spread 1% e prazo de 30 anos:


	Euribor a 12 meses:&amp;nbsp;a presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da casa ser&amp;aacute; de 654 euros nos doze meses come&amp;ccedil;ados em janeiro de 2026, mais quatro euros face a um empr&amp;eacute;stimo contratado em dezembro de 2025;
	Euribor a 6 meses:&amp;nbsp;a presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da casa a pagar em janeiro e nos cinco meses seguintes ser&amp;aacute; de 643 euros, apenas mais um euro face &amp;agrave; presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o calculada para um&amp;nbsp;cr&amp;eacute;dito assinado no &amp;uacute;ltimo m&amp;ecirc;s de 2025;
	Euribor a 3 meses:&amp;nbsp;a presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da casa ser&amp;aacute; de 636 euros nos primeiros tr&amp;ecirc;s meses do contrato, mais um euro do que no&amp;nbsp;m&amp;ecirc;s anterior.&amp;nbsp;&amp;nbsp;

Novos cr&amp;eacute;ditos habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o: impacto da Euribor nas presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da casa
Presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da casa (euros/m&amp;ecirc;s)
Novo cr&amp;eacute;dito habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 150.000 euros, com spread de 1% e prazo de 30 anos

	Table with 5 columns and 46 rows. (column headers with buttons are sortable)
	
		
			Concess&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o
			Euribor a 12 meses*
			Presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da casa
			Euribor a 6 meses*
			Presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da casa
		
	
	
		
			Abril de 2022
			&amp;minus;0,237%
			&amp;minus;0,237%
			&amp;minus;0,237%
			466
			&amp;minus;0,418%
			&amp;minus;0,418%
			&amp;minus;0,418%
			454
		
		
			Maio de 2022
			0,013%
			0,013%
			0,013%
			483
			&amp;minus;0,311%
			&amp;minus;0,311%
			&amp;minus;0,311%
			461
		
		
			Junho de 2022
			0,287%
			0,287%
			0,287%
			502
			&amp;minus;0,144%
			&amp;minus;0,144%
			&amp;minus;0,144%
			472
		
		
			Julho de 2022
			0,852%
			0,852%
			0,852%
			543
			0,126%
			0,126%
			0,126%
			491
		
		
			Agosto de 2022
			0,992%
			0,992%
			0,992%
			553
			0,466%
			0,466%
			0,466%
			515
		
		
			Setembro de 2022
			1,249%
			1,249%
			1,249%
			573
			0,837%
			0,837%
			0,837%
			542
		
		
			Outubro de 2022
			2,233%
			2,233%
			2,233%
			651
			1,596%
			1,596%
			1,596%
			600
		
		
			Novembro de 2022
			2,629%
			2,629%
			2,629%
			684
			1,997%
			1,997%
			1,997%
			632
		
		
			Dezembro de 2022
			2,828%
			2,828%
			2,828%
			701
			2,231%
			2,231%
			2,231%
			658
		
		
			Janeiro de 2023
			3,005%
			3,005%
			3,005%
			716
			2,560%
			2,560%
			2,560%
			678
		
		
			Fevereiro de 2023
			3,337%
			3,337%
			3,337%
			745
			2,858%
			2,858%
			2,858%
			704
		
		
			Mar&amp;ccedil;o de 2023
			3,534%
			3,534%
			3,534%
			762
			3,135%
			3,135%
			3,135%
			728
		
		
			Abril de 2023
			3,647%
			3,647%
			3,647%
			773
			3,267%
			3,267%
			3,267%
			733
		
		
			Maio de 2023
			3,757%
			3,757%
			3,757%
			783
			3,516%
			3,516%
			3,516%
			761
		
		
			Junho de 2023
			3,862%
			3,862%
			3,862%
			792
			3,682%
			3,682%
			3,682%
			776
		
		
			Julho de 2023
			4,007%
			4,007%
			4,007%
			805
			3,825%
			3,825%
			3,825%
			789
		
		
			Agosto de 2023
			4,149%
			4,149%
			4,149%
			819
			3,942%
			3,942%
			3,942%
			799
		
		
			Setembro de 2023
			4,073%
			4,073%
			4,073%
			811
			3,944%
			3,944%
			3,944%
			799
		
		
			Outubro de 2023
			4,149%
			4,149%
			4,149%
			819
			4,030%
			4,030%
			4,030%
			807
		
		
			Novembro de 2023
			4,160%
			4,160%
			4,160%
			819
			4,115%
			4,115%
			4,115%
			816
		
		
			Dezembro de 2023
			4,022%
			4,022%
			4,022%
			807
			4,065%
			4,065%
			4,065%
			811
		
		
			Janeiro de 2024
			3,676%
			3,676%
			3,676%
			776
			3,927%
			3,927%
			3,927%
			798
		
		
			Fevereiro de 2024
			3,609%
			3,609%
			3,609%
			770
			3,892%
			3,892%
			3,892%
			795
		
		
			Mar&amp;ccedil;o de 2024
			3,671%
			3,671%
			3,671%
			775
			3,901%
			3,901%
			3,901%
			796
		
		
			Abril de 2024
			3,718%
			3,718%
			3,718%
			779
			3,895%
			3,895%
			3,895%
			796
		
		
			Maio de 2024
			3,703%
			3,703%
			3,703%
			777
			3,838%
			3,838%
			3,838%
			790
		
		
			Junho de 2024
			3,680%
			3,680%
			3,680%
			776
			3,787%
			3,787%
			3,787%
			786
		
		
			Julho de 2024
			3,650%
			3,650%
			3,650%
			773
			3,715%
			3,715%
			3,715%
			779
		
		
			Agosto de 2024
			3,526%
			3,526%
			3,526%
			762
			3,644%
			3,644%
			3,644%
			772
		
		
			Setembro de 2024
			3,166%
			3,166%
			3,166%
			730
			3,425%
			3,425%
			3,425%
			753
		
		
			Outubro de 2024
			2,936%
			2,936%
			2,936%
			710
			3,258%
			3,258%
			3,258%
			738
		
		
			Novembro de 2024
			2,691%
			2,691%
			2,691%
			690
			3,002%
			3,002%
			3,002%
			716
		
		
			Dezembro de 2024
			2,506%
			2,506%
			2,506%
			674
			2,788%
			2,788%
			2,788%
			698
		
		
			Janeiro de 2025
			2,436%
			2,436%
			2,436%
			668
			2,632%
			2,632%
			2,632%
			684
		
		
			Fevereiro de 2025
			2,525%
			2,525%
			2,525%
			676
			2,614%
			2,614%
			2,614%
			682
		
		
			Mar&amp;ccedil;o de 2025
			2,407%
			2,407%
			2,407%
			665
			2,460%
			2,460%
			2,460%
			670
		
		
			Abril de 2025
			2,398%
			2,398%
			2,398%
			665
			2,385%
			2,385%
			2,385%
			664
		
		
			Maio de 2025
			2,143%
			2,143%
			2,143%
			643
			2,202%
			2,202%
			2,202%
			648
		
		
			Junho de 2025
			2,081%
			2,081%
			2,081%
			638
			2,116%
			2,116%
			2,116%
			642
		
		
			Julho de 2025
			2,081%
			2,081%
			2,081%
			638
			2,050%
			2,050%
			2,050%
			636
		
		
			Agosto de 2025
			2,079%
			2,079%
			2,079%
			638
			2,055%
			2,055%
			2,055%
			637
		
		
			Setembro de 2025
			2,114%
			2,114%
			2,114%
			641
			2,084%
			2,084%
			2,084%
			638
		
		
			Outubro de 2025
			2,172%
			2,172%
			2,172%
			646
			2,102%
			2,102%
			2,102%
			640
		
		
			Novembro de 2025
			2,187%
			2,187%
			2,187%
			647
			2,107%
			2,107%
			2,107%
			641
		
		
			Dezembro de 2025
			2,217%
			2,217%
			2,217%
			650
			2,131%
			2,131%
			2,131%
			642
		
		
			Janeiro de 2025
			2,267%
			2,267%
			2,267%
			654
			2,139%
			2,139%
			2,139%
			643
		
	


* M&amp;eacute;dia da Euribor do m&amp;ecirc;s anterior: um cr&amp;eacute;dito habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o contratado em janeiro de 2026 usa m&amp;eacute;dia da Euribor de dezembro de 2025
Fonte:&amp;nbsp;idealista/cr&amp;eacute;diohabita&amp;ccedil;&amp;atilde;oDescarregar estes dadosIncorporar&amp;nbsp;Descarregar imagemCriado com&amp;nbsp;Datawrapper
Revis&amp;atilde;o das presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da casa em janeiro: como ficam?
Quem j&amp;aacute; est&amp;aacute; a pagar um cr&amp;eacute;dito habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o a taxa vari&amp;aacute;vel (ou mista em per&amp;iacute;odo vari&amp;aacute;vel) poder&amp;aacute; sentir aumentos ou descidas nas presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es revistas em janeiro consoante a taxa contratada. No caso da&amp;nbsp;Euribor a 12 meses, a presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da casa dever&amp;aacute; baixar se for revista este m&amp;ecirc;s, porque a taxa continua inferior face h&amp;aacute; um ano, quando se fixou em 2,436%.
J&amp;aacute; nos prazos mais curtos, as fam&amp;iacute;lias dever&amp;atilde;o sentir aumentos nas presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da casa revistas em janeiro. Isto porque a&amp;nbsp;Euribor a 6 meses&amp;nbsp;&amp;eacute; superior h&amp;aacute; observada h&amp;aacute; um semestre (2,05%) e tamb&amp;eacute;m a&amp;nbsp;Euribor a 3 meses&amp;nbsp;cresceu face &amp;agrave; registada h&amp;aacute; um trimestre (2,027%).
Importa n&amp;atilde;o esquecer que dimens&amp;atilde;o da varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da&amp;nbsp;presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da casa&amp;nbsp;(em alta ou em baixa) depende tamb&amp;eacute;m do montante em d&amp;iacute;vida, al&amp;eacute;m do ano do contrato e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es do empr&amp;eacute;stimo.

Fonte: Idealista</summary><published>2026-01-05T00:00:00Z</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/credito-habitacao-em-janeiro-de-2026-estas-sao-as-prestacoes-da-casa_81/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/garantia-publica-no-credito-da-casa-bancos-utilizaram-528-do-valor-total_82/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/garantia-publica-no-credito-da-casa-bancos-utilizaram-528-do-valor-total_82/</id><title type="text">Garantia pública no crédito da casa: bancos utilizaram 52,8% do valor total</title><summary type="text">Os&amp;nbsp;bancos&amp;nbsp;portugueses utilizaram at&amp;eacute; novembro 52,8% do montante total atribu&amp;iacute;do pelo Estado no &amp;acirc;mbito da&amp;nbsp;garantia p&amp;uacute;blica&amp;nbsp;para compra de casa por jovens at&amp;eacute; aos 35 anos, segundo dados divulgados esta segunda-feira (5 de janeiro de 2026) pelo Banco de Portugal (BdP). No total, s&amp;atilde;o 626 milh&amp;otilde;es de euros ao abrigo desta garantia num acumulado de 22.933 contratos com um valor de 4.544 milh&amp;otilde;es de euros desde o in&amp;iacute;cio do ano.
Nos primeiros 11 meses de 2025, a&amp;nbsp;compra de casa por jovens&amp;nbsp;com recurso &amp;agrave; garantia p&amp;uacute;blica, que permite ao Estado garantir, enquanto fiador, at&amp;eacute; 15% do valor da transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, representou 26,5% do montante dos novos cr&amp;eacute;ditos habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e 23,2% dos contratos. Entre janeiro e novembro, foram feitos 98.948 contratos para compra de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria permanente, representando um montante contratado de 17.176 milh&amp;otilde;es de euros.
J&amp;aacute; entre todos os jovens at&amp;eacute; aos 35 anos, foram assinados 54.564 contratos de cr&amp;eacute;dito, num valor de 10.245 milh&amp;otilde;es de euros. Estes valores significam que 42% dos novos contratos e 44,4% do montante por mutu&amp;aacute;rios com at&amp;eacute; 35 anos foram feitos ao abrigo da garantia.
Apenas em novembro, foram celebrados 2.498 contratos ao abrigo da garantia, no valor de 522,2 milh&amp;otilde;es de euros, representando 27,2% do total de contratos e 31,1% do montante atribu&amp;iacute;do.
Os contratos ao abrigo da garantia representaram ainda 47,8% dos cr&amp;eacute;ditos contratados por jovens at&amp;eacute; aos 35 anos e 50,2% do montante.
A garantia p&amp;uacute;blica no cr&amp;eacute;dito habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o por regi&amp;otilde;es
Segundo o&amp;nbsp;BdP, nas regi&amp;otilde;es do Alentejo, Beira Baixa, Lez&amp;iacute;ria do Tejo, Terras de Tr&amp;aacute;s-os-Montes e Beiras e Serra da Estrela, at&amp;eacute; novembro, mais de metade dos contratos de cr&amp;eacute;dito habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria permanente celebrados por jovens foram contratados com a&amp;nbsp;garantia do Estado.
Em sentido inverso, o peso das casas adquiridas por jovens com recurso &amp;agrave; garantia foi menor na Grande Lisboa e na Regi&amp;atilde;o Aut&amp;oacute;noma da Madeira, representando cerca de um ter&amp;ccedil;o.

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O que &amp;eacute; a garantia p&amp;uacute;blica no cr&amp;eacute;dito habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o?
A&amp;nbsp;garantia p&amp;uacute;blica&amp;nbsp;para o cr&amp;eacute;dito habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o a jovens at&amp;eacute; 35 anos (inclusive) aplica-se a contratos assinados at&amp;eacute; final de 2026 e permite ao Estado garantir, enquanto fiador, at&amp;eacute; 15% do valor da transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.
Na pr&amp;aacute;tica, e conjugando esta garantia com as regras para a concess&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a medida permite que os jovens consigam obter 100% do valor da&amp;nbsp;avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da casa, em vez dos 90% de limite que vigoram para a generalidade dos clientes.
Pode beneficiar desta garantia no cr&amp;eacute;dito habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o quem tenha entre 18 e 35 anos de idade (inclusive) e que esteja a comprar a primeira de&amp;nbsp;habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria permanente&amp;nbsp;cujo valor n&amp;atilde;o exceda 450.000 euros.
Os benefici&amp;aacute;rios n&amp;atilde;o podem ser propriet&amp;aacute;rios de pr&amp;eacute;dio urbano ou fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pr&amp;eacute;dio urbano e n&amp;atilde;o podem ter&amp;nbsp;rendimentos&amp;nbsp;superiores aos do oitavo escal&amp;atilde;o do IRS (cerca de 81.000 euros de rendimento colet&amp;aacute;vel anual).</summary><published>2026-01-05T00:00:00Z</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/garantia-publica-no-credito-da-casa-bancos-utilizaram-528-do-valor-total_82/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/licencas-para-construcao-em-portugal-crescem-157-ate-maio_78/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/licencas-para-construcao-em-portugal-crescem-157-ate-maio_78/</id><title type="text">Licenças para construção em Portugal crescem 15,7% até maio</title><summary type="text">O mercado imobili&amp;aacute;rio portugu&amp;ecirc;s tem assistido a um not&amp;oacute;rio crescimento durante os primeiros meses de 2025, marcando um aumento significativo das licen&amp;ccedil;as para constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o habitacional. De acordo com a mais recente an&amp;aacute;lise estat&amp;iacute;stica da AICCOPN, o n&amp;uacute;mero total de licen&amp;ccedil;as emitidas at&amp;eacute; maio atingiu as 8.641, registando um acr&amp;eacute;scimo de 15,7% face ao per&amp;iacute;odo hom&amp;oacute;logo de 2024. Esta evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o confirma a tend&amp;ecirc;ncia de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil, reafirmando o seu papel enquanto motor da economia nacional.

Crescimento dos Fogos Licenciados para Constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es Novas

O n&amp;uacute;mero de fogos licenciados para constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es novas tamb&amp;eacute;m registou um aumento expressivo. Entre janeiro e maio, foram licenciadas 17.120 novas habita&amp;ccedil;&amp;otilde;es, um crescimento de 36,3% face ao per&amp;iacute;odo anterior. Este aumento demonstra uma resposta ativa dos promotores imobili&amp;aacute;rios &amp;agrave; procura crescente por novos projetos habitacionais nas v&amp;aacute;rias regi&amp;otilde;es do pa&amp;iacute;s. Assim, as licen&amp;ccedil;as para constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o surgem como fator determinante para equilibrar a oferta e a procura residencial.

Din&amp;acirc;mica Regional: O Caso do Algarve

O Algarve destaca-se pela sua atividade no setor da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, evidenciada pelo aumento das licen&amp;ccedil;as para constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a diversidade das tipologias habitacionais licenciadas:
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;bull; Nos 12 meses at&amp;eacute; maio de 2025, foram licenciados 1.713 fogos para constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es novas no Algarve.
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;bull; Este n&amp;uacute;mero representa um crescimento de 5% face ao per&amp;iacute;odo hom&amp;oacute;logo anterior, com 1.639 alojamentos licenciados.
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;bull; Quanto &amp;agrave;s tipologias, 24% dos fogos licenciados s&amp;atilde;o T0 ou T1, ajustados a pequenos apartamentos ou est&amp;uacute;dios.
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;bull; Fogos T2 representam 37% do total, a tipologia mais frequente, adequada para fam&amp;iacute;lias pequenas.
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;bull; Os apartamentos T3 correspondem a 27%, destinados a fam&amp;iacute;lias de maior dimens&amp;atilde;o.
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;bull; Finalmente, 12% das licen&amp;ccedil;as referem-se a habita&amp;ccedil;&amp;otilde;es T4 ou superiores, indicativo de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para casas maiores ou investidores.

Acesso ao Cr&amp;eacute;dito Habitacional e Din&amp;acirc;mica Financeira

O crescimento do setor da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; impulsionado pelo aumento do financiamento e a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das taxas de juro, que facilitam o acesso ao cr&amp;eacute;dito para habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o:
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;bull; Entre janeiro e maio, o montante de novo cr&amp;eacute;dito &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o concedido pela banca aumentou 39,6%, totalizando 9.124 milh&amp;otilde;es de euros, sem contar renegocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es.
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;bull; A taxa de juro m&amp;eacute;dia do cr&amp;eacute;dito &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o caiu para 3,57% em maio de 2025, representando uma descida de 99 pontos base em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo m&amp;ecirc;s do ano anterior.
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;bull; Estes indicadores revelam maior facilidade e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais favor&amp;aacute;veis para particulares e promotores adquirirem financiamento para constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e compra de im&amp;oacute;veis.
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;bull; O cen&amp;aacute;rio financeiro actual &amp;eacute; um fator-chave para o dinamismo do mercado de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e para a renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do parque habitacional em Portugal.

Valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Mercado Habitacional

Os pre&amp;ccedil;os das habita&amp;ccedil;&amp;otilde;es continuam a registar uma valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o acentuada. O valor mediano das casas, de acordo com as avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es banc&amp;aacute;rias, aumentou 17,1% em termos hom&amp;oacute;logos. Este crescimento &amp;eacute; especialmente not&amp;oacute;rio no segmento dos apartamentos (21,1%) face &amp;agrave;s moradias (10,4%). Esta tend&amp;ecirc;ncia de subida reflete a elevada procura e a limitada oferta existente, aliadas ao dinamismo na emiss&amp;atilde;o de licen&amp;ccedil;as para constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

Import&amp;acirc;ncia do Licenciamento na Reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o Urbana

O processo de licenciamento de obras novas ou de reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; fundamental para garantir o planeamento, qualidade e sustentabilidade do desenvolvimento urbano. As autarquias desempenham um papel chave na an&amp;aacute;lise dos pedidos de licen&amp;ccedil;as para constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, assegurando o cumprimento das normas de seguran&amp;ccedil;a e urban&amp;iacute;sticas. O crescimento do n&amp;uacute;mero de licen&amp;ccedil;as espelha a confian&amp;ccedil;a dos investidores e o refor&amp;ccedil;o estrat&amp;eacute;gico das pol&amp;iacute;ticas municipais de apoio ao parque habitacional.

Perspetivas para o Futuro das Licen&amp;ccedil;as para Constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o

O refor&amp;ccedil;o das licen&amp;ccedil;as para constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o habitacional projeta-se como essencial para responder &amp;agrave; forte din&amp;acirc;mica do mercado habitacional nacional. Este panorama constitui uma oportunidade tanto para particulares como para empresas interessadas em investir em novas solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es habitacionais. Acompanhando a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor e respeitando as exig&amp;ecirc;ncias legais, o licenciamento permanece como passo chave para o sucesso de qualquer empreendimento imobili&amp;aacute;rio.

O aumento das licen&amp;ccedil;as para constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o habitacional, sobretudo em regi&amp;otilde;es como o Algarve, revela o vigor e a solidez do setor. A aposta em pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas que promovam o equil&amp;iacute;brio entre oferta e procura e o respeito pelos tr&amp;acirc;mites legais do licenciamento s&amp;atilde;o determinantes para garantir um mercado habitacional sustent&amp;aacute;vel e em crescimento para o futuro.

Fonte:&amp;nbsp;https://supercasa.pt/noticias/licencas-para-construcao-em-portugal-crescem-157-ate-maio/n7478</summary><published>2025-07-25T00:00:00+01:00</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/licencas-para-construcao-em-portugal-crescem-157-ate-maio_78/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/vender-casas-nao-e-como-vender-sushi_79/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/vender-casas-nao-e-como-vender-sushi_79/</id><title type="text">Vender casas não é como vender sushi</title><summary type="text">Vender casas n&amp;atilde;o &amp;eacute; como vender sushi - Paulo Caiado

Em 2025, podemos substituir um agente imobili&amp;aacute;rio por uma m&amp;aacute;quina? Talvez. Mas... quem quer? Ningu&amp;eacute;m no seu perfeito ju&amp;iacute;zo.

Porque vender ou comprar casa n&amp;atilde;o &amp;eacute; como encomendar sushi. &amp;Eacute; provavelmente a transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais relevante das nossas vidas. Envolve sonhos, medos, euros (muitos), legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, emo&amp;ccedil;&amp;otilde;es, burocracia e, claro, aquela vizinha que jura que a varanda dela tem &amp;ldquo;vista mar&amp;rdquo;.

A verdade &amp;eacute; que os agentes imobili&amp;aacute;rios est&amp;atilde;o, cada vez mais, no centro da transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o das comunidades. Sabem onde est&amp;aacute; o melhor neg&amp;oacute;cio, dominam o pulsar do mercado, ajudam investidores e fam&amp;iacute;lias e, por vezes, s&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m psic&amp;oacute;logos improvisados. S&amp;atilde;o a face humana de um setor que pede profissionalismo, transpar&amp;ecirc;ncia, &amp;eacute;tica e forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o constante. &amp;Eacute; exatamente por isso que a APEMIP n&amp;atilde;o ficou &amp;agrave; espera de milagres legislativos. Lan&amp;ccedil;ou o CIC &amp;mdash; o Consultor Imobili&amp;aacute;rio Certificado. Um carimbo de compet&amp;ecirc;ncia, que mostra quem sabe o que faz. E se a regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda est&amp;aacute; muito aqu&amp;eacute;m do desejado, a verdade &amp;eacute; que a profiss&amp;atilde;o j&amp;aacute; avan&amp;ccedil;ou bastante por m&amp;eacute;rito e iniciativas pr&amp;oacute;prias.

A Media&amp;ccedil;&amp;atilde;o Imobili&amp;aacute;ria em Portugal est&amp;aacute; viva, &amp;aacute;gil e com cada vez mais credibilidade. As empresas est&amp;atilde;o mais preparadas, os profissionais mais formados, e os clientes, claro, cada vez mais exigentes. Ali&amp;aacute;s, todos estamos mais exigentes.

Queremos respostas r&amp;aacute;pidas, conselhos s&amp;oacute;lidos e informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o fi&amp;aacute;vel, algo que n&amp;atilde;o se encontra a fazer scroll aleat&amp;oacute;rio nas redes sociais.

Hoje, a media&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem, obrigatoriamente, de ser um ecossistema de confian&amp;ccedil;a. O que se constr&amp;oacute;i com boas pr&amp;aacute;ticas, transpar&amp;ecirc;ncia e sentido de miss&amp;atilde;o.

E sim, &amp;eacute; fundamental profissionalizar o acesso &amp;agrave; atividade com legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o simples e clara, para contribuir para a credibilidade de todos os que exercem esta profiss&amp;atilde;o e simultaneamente trazer muito maior seguran&amp;ccedil;a para todas as pessoas.

A APEMIP, agora tamb&amp;eacute;m aberta aos agentes imobili&amp;aacute;rios, d&amp;aacute; um passo determinado: une quem trabalha no terreno com quem dirige empresas. Porque os desafios s&amp;atilde;o comuns e as solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es tamb&amp;eacute;m. Estamos num setor onde a concorr&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; bem-vinda, desde que seja saud&amp;aacute;vel, &amp;eacute;tica e voltada para o cliente.

E &amp;eacute; isso que o mercado exige: responsabilidade, transpar&amp;ecirc;ncia e informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualidade. E exige tamb&amp;eacute;m que n&amp;atilde;o se caia em populismos baratos, como tabelar pre&amp;ccedil;os de servi&amp;ccedil;os ou culpar os agentes pelo pre&amp;ccedil;o das casas.

No fundo, o que est&amp;aacute; em causa &amp;eacute; uma profiss&amp;atilde;o que, mesmo num mundo cada vez mais digital, continua a precisar de profissionais com dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, intui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, sobretudo, cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Porque, ao contr&amp;aacute;rio de uma m&amp;aacute;quina, um bom agente lembra-se que o &amp;ldquo;Jo&amp;atilde;o&amp;rdquo; n&amp;atilde;o pode subir escadas, que a &amp;ldquo;Maria&amp;rdquo; s&amp;oacute; aceita pr&amp;eacute;dios com elevador, e que o c&amp;atilde;o do casal &amp;ldquo;Sousa&amp;rdquo; precisa de um terra&amp;ccedil;o.

E &amp;eacute; por isso que n&amp;atilde;o queremos m&amp;aacute;quinas. Queremos pessoas.

Fonte:&amp;nbsp;https://apemip.pt/revista-apemip/</summary><published>2025-07-25T00:00:00+01:00</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/vender-casas-nao-e-como-vender-sushi_79/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/isencao-de-impostos-em-contratos-imobiliarios_77/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/isencao-de-impostos-em-contratos-imobiliarios_77/</id><title type="text">Isenção de impostos em contratos imobiliários</title><summary type="text">A import&amp;acirc;ncia da isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de impostos no setor imobili&amp;aacute;rio
No contexto portugu&amp;ecirc;s, a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de impostos visa reduzir o impacto fiscal de determinadas transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, incentivando a dinamiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mercado. No caso espec&amp;iacute;fico do IMT, a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; concedida a empresas que adquirem im&amp;oacute;veis com a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de os revender no prazo de tr&amp;ecirc;s anos, desde que declarem esse objetivo no momento da escritura.

Esta medida tem como principal objetivo aliviar a carga fiscal inicial associada &amp;agrave; aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de im&amp;oacute;veis por empresas que os colocam de novo no mercado, permitindo maior fluidez nas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e maior rotatividade do parque habitacional. Para usufruir deste regime, &amp;eacute; fundamental cumprir os requisitos legais com rigor, tanto a n&amp;iacute;vel documental como de prazos.

Contratos mistos e o fim da isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o
Apesar da inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do legislador em apoiar a atividade das empresas de compra e venda de im&amp;oacute;veis, a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de impostos tem limites claros. Um dos principais entraves surge quando a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o envolve, al&amp;eacute;m da compra e venda, uma permuta. Neste tipo de contrato misto, a AT entende que a exist&amp;ecirc;ncia da permuta altera a natureza jur&amp;iacute;dica da transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, eliminando o direito &amp;agrave; isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de IMT, mesmo que a componente de permuta seja minorit&amp;aacute;ria em valor.

Este entendimento tem vindo a ser refor&amp;ccedil;ado por decis&amp;otilde;es recentes, como a de um processo analisado pelo Centro de Arbitragem Administrativa (CAAD), onde foi recusada a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o a uma empresa que celebrou um contrato que inclu&amp;iacute;a permuta de im&amp;oacute;veis futuros. Esta decis&amp;atilde;o resultou na cobran&amp;ccedil;a de IMT acrescido de juros, totalizando um valor significativo para a empresa.

Impacto da interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da AT nas empresas
A posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Autoridade Tribut&amp;aacute;ria representa um desafio concreto para as empresas do setor imobili&amp;aacute;rio. A isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de impostos, que poderia ser uma alavanca para a rentabilidade dos projetos, acaba por ser anulada em contextos complexos e comuns no mercado, como as permutas.

Esta realidade aumenta os custos fiscais de forma inesperada, afetando a margem de lucro e a viabilidade financeira de muitas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Al&amp;eacute;m disso, a inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica gerada por esta abordagem dificulta o planeamento de projetos imobili&amp;aacute;rios e obriga as empresas a repensar a estrutura jur&amp;iacute;dica dos seus neg&amp;oacute;cios.

A forma versus a subst&amp;acirc;ncia econ&amp;oacute;mica
A decis&amp;atilde;o de recusar a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de impostos com base na exist&amp;ecirc;ncia de uma permuta privilegia a forma jur&amp;iacute;dica da transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a subst&amp;acirc;ncia econ&amp;oacute;mica. Isto significa que, mesmo que a componente de compra e venda represente a parte essencial do neg&amp;oacute;cio, a simples inclus&amp;atilde;o de uma permuta pode desqualificar toda a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do benef&amp;iacute;cio fiscal.

Alguns especialistas defendem que deveria ser analisado o peso relativo de cada componente, permitindo a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o quando a permuta &amp;eacute; claramente secund&amp;aacute;ria. Contudo, a jurisprud&amp;ecirc;ncia tem sido consistente no apoio &amp;agrave; vis&amp;atilde;o da AT, tornando este entendimento dominante na pr&amp;aacute;tica.

Estrat&amp;eacute;gias para salvaguardar a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o
Para evitar a perda da isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de impostos, as empresas devem adotar estrat&amp;eacute;gias preventivas. Uma delas passa pela separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o formal das opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, celebrando escrituras distintas para as componentes de compra e venda e para as permutas. Embora esta abordagem implique maior complexidade na gest&amp;atilde;o documental, pode ajudar a garantir o acesso &amp;agrave; isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

&amp;Eacute; igualmente fundamental contar com assessoria jur&amp;iacute;dica e fiscal especializada, capaz de interpretar corretamente o enquadramento legal e de antecipar riscos. A estrutura&amp;ccedil;&amp;atilde;o cuidadosa dos neg&amp;oacute;cios, o cumprimento escrupuloso dos requisitos formais e a monitoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jurisprud&amp;ecirc;ncia s&amp;atilde;o ferramentas essenciais para minimizar a exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o a conting&amp;ecirc;ncias fiscais.

O futuro da isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de impostos em Portugal
A isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de impostos continuar&amp;aacute; a ser um tema central no setor imobili&amp;aacute;rio, especialmente num contexto em que o Estado procura equilibrar a arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiscal com o est&amp;iacute;mulo &amp;agrave; atividade econ&amp;oacute;mica. O debate entre a forma e a subst&amp;acirc;ncia nas transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es imobili&amp;aacute;rias poder&amp;aacute; ganhar maior relev&amp;acirc;ncia nos pr&amp;oacute;ximos anos, levando eventualmente a ajustes na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou na interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiscal dominante.

Para j&amp;aacute;, as empresas devem atuar com prud&amp;ecirc;ncia, preparar bem cada transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e assegurar que cada detalhe contratual &amp;eacute; compat&amp;iacute;vel com o regime de isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Esta postura preventiva permitir&amp;aacute; reduzir lit&amp;iacute;gios com a Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Tribut&amp;aacute;ria e evitar custos inesperados.

A isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de impostos &amp;eacute; uma ferramenta poderosa para apoiar a atividade das empresas no mercado imobili&amp;aacute;rio portugu&amp;ecirc;s, mas a sua aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; sujeita a regras apertadas. Em contratos que combinam compra e venda com permuta, a Autoridade Tribut&amp;aacute;ria tem vindo a recusar sistematicamente este benef&amp;iacute;cio, com base numa leitura formalista dos contratos.

Perante este cen&amp;aacute;rio, torna-se essencial que as empresas adotem boas pr&amp;aacute;ticas contratuais, recorram a aconselhamento especializado e estejam atentas &amp;agrave;s decis&amp;otilde;es judiciais que moldam o entendimento fiscal. A gest&amp;atilde;o prudente dos aspetos legais e fiscais pode ser determinante para garantir que os benef&amp;iacute;cios previstos na lei sejam efetivamente concretizados.

Fonte:&amp;nbsp;https://casa.sapo.pt/noticias/isencao-de-impostos-em-contratos-imobiliarios/?id=33574&amp;nbsp;</summary><published>2025-06-05T00:00:00+01:00</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/isencao-de-impostos-em-contratos-imobiliarios_77/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/ebupi-consultar-predios-online-gratis-e-facil-em-portugal_76/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/ebupi-consultar-predios-online-gratis-e-facil-em-portugal_76/</id><title type="text">eBUPi: Consultar prédios online grátis e fácil em Portugal</title><summary type="text">Consultar pr&amp;eacute;dios em Portugal nunca foi t&amp;atilde;o simples e gratuito. Agora gra&amp;ccedil;as ao eBUPi, a Estrutura de Miss&amp;atilde;o para a Expans&amp;atilde;o do Sistema de Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cadastral Simplificado, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel.&amp;nbsp;

Com o lan&amp;ccedil;amento do novo Visualizador P&amp;uacute;blico, dispon&amp;iacute;vel no site do Balc&amp;atilde;o &amp;Uacute;nico do Pr&amp;eacute;dio (BUPi), qualquer cidad&amp;atilde;o, empresa ou entidade p&amp;uacute;blica pode aceder a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o geogr&amp;aacute;fica detalhada sobre os pr&amp;eacute;dios localizados em todo o territ&amp;oacute;rio nacional, sem qualquer custo ou necessidade de registo.

Esta ferramenta representa um avan&amp;ccedil;o significativo na democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acesso &amp;agrave; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cadastral, permitindo que os utilizadores visualizem, de forma clara e intuitiva, os limites, formas e localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos terrenos, incluindo tanto as Representa&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gr&amp;aacute;ficas Georreferenciadas (RGG) inseridas no sistema BUPi como os dados constantes da Carta Cadastral, gerida pela Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o-Geral do Territ&amp;oacute;rio e pela Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o Regional do Ordenamento do Territ&amp;oacute;rio da Madeira.

At&amp;eacute; agora, o acesso a estes mapas e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es estava restrito &amp;agrave; plataforma BUPi, usada sobretudo para efeitos de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o formal dos pr&amp;eacute;dios, ou &amp;agrave; aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;oacute;vel BUPi 2.0, com funcionalidades limitadas. O lan&amp;ccedil;amento do Visualizador P&amp;uacute;blico pelo eBUPi quebra esta barreira, permitindo um acesso totalmente aberto e gratuito a todos os interessados, promovendo assim a transpar&amp;ecirc;ncia e o conhecimento do territ&amp;oacute;rio.

O Visualizador P&amp;uacute;blico est&amp;aacute; acess&amp;iacute;vel na sec&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ldquo;Sobre&amp;rdquo; do site oficial do BUPi, atrav&amp;eacute;s da op&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ldquo;Visualizar Propriedades&amp;rdquo;. A ferramenta n&amp;atilde;o s&amp;oacute; facilita a consulta pr&amp;eacute;via para quem pretende identificar formalmente um pr&amp;eacute;dio no sistema BUPi, como &amp;eacute; uma fonte valiosa para quem deseja conhecer melhor o territ&amp;oacute;rio, planeamento urbano, ou simplesmente confirmar os limites da sua propriedade sem burocracias.

Al&amp;eacute;m da consulta dos pol&amp;iacute;gonos dos pr&amp;eacute;dios, o Visualizador inclui tamb&amp;eacute;m os limites administrativos da Carta Administrativa Oficial de Portugal, o que permite aos utilizadores ter uma vis&amp;atilde;o integrada e atualizada do territ&amp;oacute;rio, facilitando decis&amp;otilde;es informadas relacionadas com o im&amp;oacute;vel, desde a compra, venda ou planeamento de obras.

O acesso gratuito e simples &amp;agrave; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cadastral &amp;eacute; um marco importante no contexto da moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos em Portugal, facilitando a vida dos cidad&amp;atilde;os e promovendo uma maior interliga&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as entidades p&amp;uacute;blicas, empresas e popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o em geral.

Com esta inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do eBUPi, a consulta de pr&amp;eacute;dios deixa de ser um processo complexo e reservado, passando a ser um servi&amp;ccedil;o acess&amp;iacute;vel a todos, sem custos e com grande facilidade de utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Esta medida contribui ainda para reduzir a burocracia associada &amp;agrave; gest&amp;atilde;o de im&amp;oacute;veis e para aumentar a confian&amp;ccedil;a no mercado imobili&amp;aacute;rio, dado que as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es dispon&amp;iacute;veis s&amp;atilde;o oficiais e atualizadas.

Para quem deseja consultar pr&amp;eacute;dios, o eBUPi oferece assim uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;aacute;tica, transparente e gratuita que poder&amp;aacute; ser utilizada a qualquer hora e lugar, bastando ter acesso &amp;agrave; internet para explorar os dados cadastrais do seu im&amp;oacute;vel ou de qualquer outra propriedade em Portugal Continental e na Regi&amp;atilde;o Aut&amp;oacute;noma da Madeira.

O Visualizador P&amp;uacute;blico do eBUPi &amp;eacute; um recurso indispens&amp;aacute;vel para cidad&amp;atilde;os, empresas, t&amp;eacute;cnicos e entidades p&amp;uacute;blicas que precisam de consultar pr&amp;eacute;dios de forma r&amp;aacute;pida, segura e sem custos, alinhando-se com as melhores pr&amp;aacute;ticas de governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital e acesso aberto &amp;agrave; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica.

Fonte:&amp;nbsp;https://casa.sapo.pt/noticias/ebupi-consultar-predios-online-gratis-e-facil-em-portugal/?id=33519</summary><published>2025-05-22T00:00:00+01:00</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/ebupi-consultar-predios-online-gratis-e-facil-em-portugal_76/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/governo-alarga-prazo-para-pagamento-do-imi-ate-final-de-junho_73/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/governo-alarga-prazo-para-pagamento-do-imi-ate-final-de-junho_73/</id><title type="text">Governo alarga prazo para pagamento do IMI até final de junho</title><summary type="text">O Governo alargou at&amp;eacute; final de junho o prazo para pagamento do&amp;nbsp;Imposto Municipal sobre Im&amp;oacute;veis (IMI)&amp;nbsp;devido a &amp;ldquo;constrangimentos t&amp;eacute;cnicos&amp;rdquo; associados ao&amp;nbsp;&amp;ldquo;apag&amp;atilde;o&amp;rdquo;&amp;nbsp;que atrasaram o envio de muitas notas de cobran&amp;ccedil;a pela Autoridade Tribut&amp;aacute;ria (AT).&amp;nbsp;
&amp;ldquo;Considerando que estes constrangimentos impossibilitaram o envio atempado de um conjunto alargado de notas de&amp;nbsp;cobran&amp;ccedil;a do IMI, o qual se encontra a decorrer, o Governo decidiu prorrogar, para todos os contribuintes, o prazo para o pagamento da primeira presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do IMI ou, se for o caso, da presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;uacute;nica deste imposto at&amp;eacute; ao final do m&amp;ecirc;s de junho&amp;rdquo;, l&amp;ecirc;-se num comunicado emitido pelo Minist&amp;eacute;rio das Finan&amp;ccedil;as.&amp;nbsp;
Devido &amp;agrave;s &amp;ldquo;dificuldades tempor&amp;aacute;rias&amp;rdquo; registadas no acesso ao Portal das Finan&amp;ccedil;as, o Governo decidiu tamb&amp;eacute;m&amp;nbsp;prolongar at&amp;eacute; 16 de junho&amp;nbsp;o prazo para entrega pelas empresas da declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rendimentos do&amp;nbsp;IRC (Modelo 22).&amp;nbsp;
&amp;ldquo;Tendo em conta as referidas dificuldades tempor&amp;aacute;rias no acesso ao Portal das Finan&amp;ccedil;as e a proximidade dos novos prazos para o cumprimento das obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es fiscais em mat&amp;eacute;ria de IVA, que afetaram os trabalhos das empresas e dos contabilistas para o preenchimento da declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rendimentos do IRC (Modelo 22), o Governo decidiu, tamb&amp;eacute;m, alargar o prazo para o cumprimento desta obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; ao dia 16 de junho&amp;rdquo;, referem as Finan&amp;ccedil;as.&amp;nbsp;
&amp;nbsp;
Apag&amp;atilde;o provoca &amp;ldquo;constrangimentos t&amp;eacute;cnicos&amp;rdquo;
Em causa est&amp;atilde;o &amp;ldquo;constrangimentos t&amp;eacute;cnicos&amp;rdquo; reportados ao Governo pela AT e ocorridos na sequ&amp;ecirc;ncia da interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o geral de fornecimento de energia el&amp;eacute;trica que afetou toda a Pen&amp;iacute;nsula Ib&amp;eacute;rica.&amp;nbsp;
Segundo o Executivo, estas dificuldades no funcionamento dos sistemas inform&amp;aacute;ticos do fisco t&amp;ecirc;m, nomeadamente, &amp;ldquo;condicionado a emiss&amp;atilde;o das&amp;nbsp;notas de cobran&amp;ccedil;a do IMI&amp;nbsp;referentes ao ano 2024&amp;rdquo;, impossibilitando o seu &amp;ldquo;envio atempado&amp;rdquo;.&amp;nbsp;
A 28 de abril, um corte generalizado no abastecimento el&amp;eacute;trico deixou Portugal continental, Espanha e Andorra praticamente sem eletricidade, bem como uma parte do territ&amp;oacute;rio de Fran&amp;ccedil;a.&amp;nbsp;
Aeroportos fechados, congestionamento nos transportes e no tr&amp;acirc;nsito nas grandes cidades e falta de combust&amp;iacute;veis foram algumas das consequ&amp;ecirc;ncias do&amp;nbsp;apag&amp;atilde;o.&amp;nbsp;
A Rede Europeia de Gestores de Redes de Transporte de Eletricidade anunciou a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um comit&amp;eacute; para investigar as causas deste apag&amp;atilde;o, que classificou como &amp;ldquo;excecional e grave&amp;rdquo; e que deixou Portugal e Espanha &amp;agrave;s escuras.

Fonte:&amp;nbsp;https://www.portugal.gov.pt/pt/gc24/comunicacao/noticia?i=governo-alarga-prazo-para-pagamento-do-imposto-municipal-sobre-imoveis-imi</summary><published>2025-05-08T00:00:00+01:00</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/governo-alarga-prazo-para-pagamento-do-imi-ate-final-de-junho_73/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/taxas-de-juro-e-montantes-de-novos-emprestimos-e-depositos-nota-de-informacao-e_72/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/taxas-de-juro-e-montantes-de-novos-emprestimos-e-depositos-nota-de-informacao-e_72/</id><title type="text">Taxas de juro e montantes de novos empréstimos e depósitos: Nota de informação estatística de março de 2025</title><summary type="text">O Banco de Portugal publica hoje as estat&amp;iacute;sticas de taxas de juro e de montantes de novos empr&amp;eacute;stimos e dep&amp;oacute;sitos banc&amp;aacute;rios de empresas e particulares atualizadas para mar&amp;ccedil;o de 2025

Para estas estat&amp;iacute;sticas s&amp;atilde;o consideradas as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre os bancos residentes em Portugal e os particulares e empresas residentes na &amp;aacute;rea do euro.


Taxas de juro e montantes de novos dep&amp;oacute;sitos


Particulares


A&amp;nbsp;taxa de juro m&amp;eacute;dia dos novos dep&amp;oacute;sitos a prazo de particulares&amp;nbsp;diminuiu pelo 15.&amp;ordm; m&amp;ecirc;s consecutivo, passando de 1,83%, em fevereiro, para 1,69% em mar&amp;ccedil;o. O&amp;nbsp;montante de novas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de dep&amp;oacute;sitos a prazo de particulares&amp;nbsp;aumentou 1230 milh&amp;otilde;es de euros, totalizando 12 909 milh&amp;otilde;es de euros.

Nos novos dep&amp;oacute;sitos com prazo&amp;nbsp;at&amp;eacute; 1 ano, a taxa de juro m&amp;eacute;dia diminuiu 0,14 pontos percentuais (pp), para 1,70%. Esta continuou a ser a classe de prazo com a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dia mais elevada e representou 95% dos novos dep&amp;oacute;sitos em mar&amp;ccedil;o. A remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dia dos novos dep&amp;oacute;sitos de&amp;nbsp;1 a 2 anos&amp;nbsp;diminuiu 0,14 pp, fixando-se em 1,44%. No sentido oposto, a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dia dos novos dep&amp;oacute;sitos a&amp;nbsp;mais de 2 anos&amp;nbsp;aumentou 0,32 pp, atingindo os 1,51%.
&amp;nbsp;

Montante de novos dep&amp;oacute;sitos de particulares, por prazo acordado &amp;#124; Em percentagem do total de novos dep&amp;oacute;sitos a prazo:


A taxa de juro m&amp;eacute;dia dos novos dep&amp;oacute;sitos do conjunto dos pa&amp;iacute;ses da &amp;aacute;rea do euro reduziu-se 0,10 pp, para 2,11%. Portugal desceu uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os pa&amp;iacute;ses da &amp;aacute;rea do euro, sendo agora o pa&amp;iacute;s com a quarta taxa mais baixa.
&amp;nbsp;

Empresas


A&amp;nbsp;remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dia dos novos dep&amp;oacute;sitos a prazo de empresas&amp;nbsp;passou de 2,29%, em fevereiro, para 2,16% em mar&amp;ccedil;o. Estas&amp;nbsp;novas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de dep&amp;oacute;sitos&amp;nbsp;totalizaram 9482 milh&amp;otilde;es de euros, mais 753 milh&amp;otilde;es do que em fevereiro. Os&amp;nbsp;dep&amp;oacute;sitos a prazo at&amp;eacute; 1 ano&amp;nbsp;representaram 99,5% dos novos dep&amp;oacute;sitos a prazo de empresas.
&amp;nbsp;

Taxas de juro e montantes de novas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de empr&amp;eacute;stimos


Particulares


As&amp;nbsp;novas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de empr&amp;eacute;stimos aos particulares&amp;nbsp;totalizaram 3245 milh&amp;otilde;es de euros em mar&amp;ccedil;o, mais 273 milh&amp;otilde;es do que em fevereiro. As novas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de empr&amp;eacute;stimos incluem os contratos totalmente novos e os contratos renegociados.

Os&amp;nbsp;novos contratos de empr&amp;eacute;stimos a particulares&amp;nbsp;aumentaram 308 milh&amp;otilde;es de euros, para 2774 milh&amp;otilde;es. Na finalidade&amp;nbsp;habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o montante de novos contratos aumentou 265 milh&amp;otilde;es de euros, para 1951 milh&amp;otilde;es de euros, o segundo valor mais elevado da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica (com in&amp;iacute;cio em dezembro de 2014). O cr&amp;eacute;dito concedido a mutu&amp;aacute;rios com idade igual ou inferior a 35 anos representou 56% do montante de novos contratos para habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria permanente concedidos em mar&amp;ccedil;o (excluindo os novos contratos para consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito e as transfer&amp;ecirc;ncias de cr&amp;eacute;dito para outra institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o), um peso 2 pp acima do observado para fevereiro. Na finalidade&amp;nbsp;consumo, o montante dos novos contratos aumentou 18 milh&amp;otilde;es de euros, para 585 milh&amp;otilde;es de euros, o valor mais elevado da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica (com in&amp;iacute;cio em dezembro de 2014). Na finalidade de&amp;nbsp;outros fins, o montante dos novos contratos subiu 25 milh&amp;otilde;es de euros, para 237 milh&amp;otilde;es de euros.

As&amp;nbsp;renegocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito&amp;nbsp;foram de 471 milh&amp;otilde;es de euros, o que corresponde a uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 35 milh&amp;otilde;es em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a fevereiro.
A taxa de juro m&amp;eacute;dia das novas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito &amp;agrave;&amp;nbsp;habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;passou de 3,18%, em fevereiro, para 3,11% em mar&amp;ccedil;o, o valor mais baixo desde dezembro de 2022. Esta descida observou-se quer nos&amp;nbsp;novos contratos, quer nos contratos&amp;nbsp;renegociados, cujas taxas m&amp;eacute;dias se reduziram 0,05 pp e 0,10 pp, fixando-se em 3,05% e 3,39%, respetivamente.

A taxa de juro m&amp;eacute;dia das novas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de empr&amp;eacute;stimos &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conjunto dos pa&amp;iacute;ses da &amp;aacute;rea do euro diminuiu 0,02 pp, para 3,31%. Portugal apresentou a oitava taxa de juro m&amp;eacute;dia mais baixa, ficando abaixo da m&amp;eacute;dia da &amp;aacute;rea do euro.

Empresas


Em mar&amp;ccedil;o, o&amp;nbsp;montante de novas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de empr&amp;eacute;stimos concedidos &amp;agrave;s empresas&amp;nbsp;foi de 2355 milh&amp;otilde;es de euros, 271 milh&amp;otilde;es de euros acima do registado no m&amp;ecirc;s anterior. Esta subida resultou quer dos&amp;nbsp;novos contratos, quer dos contratos&amp;nbsp;renegociados, que registaram aumentos de 226 e 45 milh&amp;otilde;es de euros, respetivamente.

As&amp;nbsp;novas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de empr&amp;eacute;stimos at&amp;eacute; 1 milh&amp;atilde;o de euros&amp;nbsp;atingiram 1271 milh&amp;otilde;es de euros em mar&amp;ccedil;o, mais 173 milh&amp;otilde;es do que em fevereiro. As&amp;nbsp;novas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de empr&amp;eacute;stimos acima de 1 milh&amp;atilde;o de euros&amp;nbsp;aumentaram 98 milh&amp;otilde;es de euros, para 1084 milh&amp;otilde;es de euros.

A&amp;nbsp;taxa de juro m&amp;eacute;dia das novas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de empr&amp;eacute;stimos &amp;agrave;s empresas&amp;nbsp;desceu 0,21 pp, passando de 4,27%, em fevereiro, para 4,06% em mar&amp;ccedil;o. Esta diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o verificou-se nos&amp;nbsp;empr&amp;eacute;stimos at&amp;eacute; 1 milh&amp;atilde;o de euros&amp;nbsp;(-0,11 pp, para 4,24%) e nos&amp;nbsp;empr&amp;eacute;stimos acima de 1 milh&amp;atilde;o de euros&amp;nbsp;(-0,34 pp, para 3,84%).


Cr&amp;eacute;dito &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;


Esta an&amp;aacute;lise incide exclusivamente sobre as novas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de empr&amp;eacute;stimos e o&amp;nbsp;stock&amp;nbsp;de empr&amp;eacute;stimos concedidos a particulares para habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria permanente.

Em mar&amp;ccedil;o, 71% dos novos empr&amp;eacute;stimos &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o foram contratados a&amp;nbsp;taxa mista&amp;nbsp;(isto &amp;eacute;, com taxa de juro fixa num per&amp;iacute;odo inicial do contrato, seguido de um per&amp;iacute;odo com taxa de juro vari&amp;aacute;vel). O peso dos contratos a taxa mista manteve-se est&amp;aacute;vel relativamente a fevereiro. Em mar&amp;ccedil;o, os contratos a taxa mista representavam 36% do&amp;nbsp;stock&amp;nbsp;de cr&amp;eacute;dito &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

Fonte:&amp;nbsp;https://bpstat.bportugal.pt/conteudos/noticias/2500&amp;nbsp;
&amp;nbsp;</summary><published>2025-05-06T00:00:00+01:00</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/taxas-de-juro-e-montantes-de-novos-emprestimos-e-depositos-nota-de-informacao-e_72/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/terrenos-rusticos-para-construir-casas-rx-a-oferta-e-precos-dos-solos_71/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/terrenos-rusticos-para-construir-casas-rx-a-oferta-e-precos-dos-solos_71/</id><title type="text">Terrenos rústicos para construir casas? Rx à oferta e preços dos solos</title><summary type="text">H&amp;aacute; milhares de solos em Portugal que hoje servem apenas para a agricultura, pecu&amp;aacute;ria e atividades florestais. S&amp;atilde;o os chamados&amp;nbsp;terrenos r&amp;uacute;sticos, onde legalmente n&amp;atilde;o &amp;eacute; permitida a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de casas. Mas a recente altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; lei dos solos implementada pelo Governo de Montenegro veio mudar esta realidade, abrindo a porta &amp;agrave; convers&amp;atilde;o destes terrenos r&amp;uacute;sticos em lotes urbanos desde que sirvam para a&amp;nbsp;constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de casas a pre&amp;ccedil;os acess&amp;iacute;veis. Esta mudan&amp;ccedil;a legislativa, que visa ajudar a resolver o problema da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Portugal, tem potencial para aumentar a oferta de terrenos &amp;agrave; venda no pa&amp;iacute;s, que hoje &amp;eacute; escassa e cara nos munic&amp;iacute;pios de Lisboa e do Porto, de acordo com os dados do idealista/data.&amp;nbsp;

A motiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Executivo da AD por detr&amp;aacute;s destas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao Regime Jur&amp;iacute;dico dos Instrumentos de Gest&amp;atilde;o Territorial (RJIGT) &amp;eacute; s&amp;oacute; uma: disponibilizar mais terrenos para a&amp;nbsp;constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de casas, de forma a aumentar o n&amp;uacute;mero de habita&amp;ccedil;&amp;otilde;es a pre&amp;ccedil;os acess&amp;iacute;veis, destinadas para a classe m&amp;eacute;dia. Ali&amp;aacute;s, Castro Almeida, ministro Adjunto e da Coes&amp;atilde;o Territorial,&amp;nbsp;acredita&amp;nbsp;mesmo que &amp;ldquo;aumentar a&amp;nbsp;oferta de&amp;nbsp;terrenos&amp;nbsp;de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o vai baixar os&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;os das casas&amp;rdquo;, ajudando a resolver a atual crise de acesso &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o que assola o pa&amp;iacute;s.


&amp;ldquo;A falta de terrenos tem sido uma das principais causas do elevado&amp;nbsp;custo da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;, Castro Almeida, ministro Adjunto e da Coes&amp;atilde;o Territorial


Com esta&amp;nbsp;nova lei dos solos, h&amp;aacute; terrenos r&amp;uacute;sticos que poder&amp;atilde;o, assim, ser reclassificados pelas autarquias e passarem a ser urbanos &amp;ndash; o que antes n&amp;atilde;o era poss&amp;iacute;vel. Mas h&amp;aacute; uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o: ter&amp;aacute; de ser constru&amp;iacute;da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o nestes solos no prazo de, pelo menos, cinco anos. E 70% destas&amp;nbsp;casas novas&amp;nbsp;t&amp;ecirc;m de ter pre&amp;ccedil;os acess&amp;iacute;veis. Ou seja, a maioria dos fogos tem de ser destinada a:&amp;nbsp;


	habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica,&amp;nbsp;
	habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o a pre&amp;ccedil;os moderados,
	&amp;nbsp;ou arrendamento acess&amp;iacute;vel.


Embora este seja um processo iniciado e conduzido pelos munic&amp;iacute;pios, os&amp;nbsp;donos dos terrenos r&amp;uacute;sticos&amp;nbsp;podem tomar a iniciativa de contactar a autarquias e manifestar interesse em mudar a classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos solos r&amp;uacute;sticos para urbanos, disponibilizando, assim, mais espa&amp;ccedil;os para construir habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Esta pode ser, ali&amp;aacute;s, uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o para os propriet&amp;aacute;rios dos quase 11.500&amp;nbsp;terrenos r&amp;uacute;sticos &amp;agrave; venda&amp;nbsp;no idealista nos &amp;uacute;ltimos tr&amp;ecirc;s meses terminados em outubro, de acordo com os dados do&amp;nbsp;idealista/data.&amp;nbsp;Descobre a localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o pre&amp;ccedil;o destes terrenos r&amp;uacute;sticos &amp;agrave; venda no dia em que se assinala o&amp;nbsp;Dia Mundial do Solo.


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Terrenos r&amp;uacute;sticos &amp;agrave; venda em Portugal: onde h&amp;aacute; mais?

H&amp;aacute;&amp;nbsp;terrenos r&amp;uacute;sticos &amp;agrave; venda&amp;nbsp;em praticamente todos os concelhos do pa&amp;iacute;s &amp;ndash; em 304 dos 308 munic&amp;iacute;pios -, e que podem servir para&amp;nbsp;construir casas, se as autarquias assim o considerarem. No total, h&amp;aacute; 11.493 terrenos classificados como r&amp;uacute;sticos na base de dados do idealista, dos quais cerca de um ter&amp;ccedil;o se concentra nos distritos de Faro (1.444), Porto (1.250) e Aveiro (1.017). O distrito de Lisboa aparece em quarto lugar com 967 terrenos r&amp;uacute;sticos no mercado.&amp;nbsp;

Mas analisando estes dados &amp;agrave; lupa, verificamos que s&amp;oacute; os concelhos de Faro e Aveiro pertencem &amp;agrave; lista de 21 munic&amp;iacute;pios que possuem mais de 100&amp;nbsp;terrenos r&amp;uacute;sticos &amp;agrave; venda&amp;nbsp;no trimestre terminado em outubro &amp;ndash; um ranking liderado pelos concelhos de Castelo Branco (435), Loul&amp;eacute; (340), Santa Maria da Feira (290), Vila Nova de Gaia (257), Silves (203) e Sintra (201).

J&amp;aacute; no munic&amp;iacute;pio de Lisboa os solos r&amp;uacute;sticos para venda s&amp;atilde;o escassos (h&amp;aacute; apenas 14), assim como no Porto (28). &amp;Eacute; precisamente a falta de terrenos nos grandes centros urbanos de Lisboa e do Porto que tem travado a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mais&amp;nbsp;casas novas&amp;nbsp;(e a pre&amp;ccedil;os acess&amp;iacute;veis), podendo a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o nestas cidades passar pela&amp;nbsp;constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o em altura. &amp;ldquo;A&amp;nbsp;falta de terrenos&amp;nbsp;tem sido uma das principais causas do elevado&amp;nbsp;custo da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;,&amp;nbsp;assume Castro Almeida.

Por outro lado, &amp;eacute; nas ilhas portuguesas onde h&amp;aacute; menos oferta de&amp;nbsp;solos r&amp;uacute;sticos para comprar&amp;nbsp;&amp;ndash; &amp;agrave; exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ilha da Madeira, onde h&amp;aacute; 364, e da ilha de S&amp;atilde;o Miguel, nos A&amp;ccedil;ores (215). Mas esta n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma realidade s&amp;oacute; das ilhas, uma vez que se contam 69 munic&amp;iacute;pios do pa&amp;iacute;s que t&amp;ecirc;m menos de 10 terrenos deste tipo para venda. Por exemplo, em Penedono (Viseu) foi registado apenas um terreno r&amp;uacute;stico dispon&amp;iacute;vel para mudar de dono neste per&amp;iacute;odo, tal como em Arronches e Monforte (ambos do distrito de Portalegre).

Oferta de terrenos r&amp;uacute;sticos &amp;agrave; venda em Portugal

Dados dos &amp;uacute;ltimos tr&amp;ecirc;s meses terminados em outubro de 2024

N&amp;uacute;mero de terrenos &amp;agrave; venda
14355
Aguiar da Beira
Neste munic&amp;iacute;pio h&amp;aacute;&amp;nbsp;5&amp;nbsp;terrenos r&amp;uacute;sticos &amp;agrave; venda
Sem dados para Corvo, Barrancos, Manteigas e Mort&amp;aacute;gua
Fonte:&amp;nbsp;idealista/dataDescarregar estes dadosIncorporar&amp;nbsp;Descarregar imagemCriado com&amp;nbsp;Datawrapper

Pre&amp;ccedil;os dos terrenos r&amp;uacute;sticos s&amp;atilde;o dispares no pa&amp;iacute;s

Esta altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;&amp;nbsp;lei dos solos&amp;nbsp;traz tamb&amp;eacute;m novas oportunidades de neg&amp;oacute;cio aos propriet&amp;aacute;rios de terrenos r&amp;uacute;sticos: ou decidem avan&amp;ccedil;ar com a venda dos ativos tal como est&amp;atilde;o ou podem mesmo&amp;nbsp;tomar a iniciativa&amp;nbsp;de falar com as autarquias sobre a possibilidade de reclassificar o solo r&amp;uacute;stico para urbano. Se os terrenos passarem a ser urbanos destinando-se &amp;agrave;&amp;nbsp;constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;iacute;vel, os propriet&amp;aacute;rios podem vend&amp;ecirc;-los com essa mais-valia, atraindo mais construtores e promotores imobili&amp;aacute;rios.

Agora, os terrenos classificados como r&amp;uacute;sticos pelos propriet&amp;aacute;rios est&amp;atilde;o &amp;agrave; venda em Portugal por pre&amp;ccedil;os bem dispares. No munic&amp;iacute;pio de Lisboa, o pre&amp;ccedil;o por metro quadrado ascende a 1.500 euros. E em Almod&amp;ocirc;var e em M&amp;eacute;rtola (Beja), o&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;o dos solos r&amp;uacute;sticos&amp;nbsp;&amp;eacute; de apenas 0,7 euros/m2, sendo este o valor mais baixo do pa&amp;iacute;s.

Regra geral, os munic&amp;iacute;pios que t&amp;ecirc;m&amp;nbsp;terrenos r&amp;uacute;sticos &amp;agrave; venda&amp;nbsp;por valores mais elevados s&amp;atilde;o aqueles que possuem baixa oferta e localizam-se em grandes centros urbanos (ou junto deles), bem como no litoral. &amp;Eacute; o caso de&amp;nbsp;Lisboa, que possui apenas 14 solos deste tipo no mercado pelo pre&amp;ccedil;o mediano de 1.500 euros/m2. E tamb&amp;eacute;m do&amp;nbsp;Porto&amp;nbsp;(28 terrenos e pre&amp;ccedil;o de 1.225 euros/m2), Amadora (12 terrenos e pre&amp;ccedil;o de 452 euros/m2), Almada (54 terrenos e pre&amp;ccedil;o de 310 euros/m2) e S&amp;atilde;o Jo&amp;atilde;o da Madeira (16 terrenos e pre&amp;ccedil;o de 268 euros/m2).

Freepik
Uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; Vila Nova de Gaia: este &amp;eacute; o quarto munic&amp;iacute;pio que apresenta mais&amp;nbsp;terrenos r&amp;uacute;sticos&amp;nbsp;no mercado (257 no total). Mas tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; um dos 18 concelhos que possui&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;os&amp;nbsp;medianos de solos r&amp;uacute;sticos acima de 100 euros/m2 (em concreto, o metro quadrado em Gaia destes terrenos custa 105 euros). A proximidade ao centro urbano do Porto pode ajudar a explicar este elevado&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;o dos terrenos r&amp;uacute;sticos,&amp;nbsp;uma vez que a procura dever&amp;aacute; superar a oferta.

No extremo oposto, contam-se 115 munic&amp;iacute;pios - de um total de 235 concelhos com, pelo menos, 10 terrenos no mercado -, onde os&amp;nbsp;solos r&amp;uacute;sticos&amp;nbsp;foram colocados &amp;agrave; venda por pre&amp;ccedil;os inferiores a 10 euros/m2. Entre estes, h&amp;aacute; mesmo 15 concelhos onde o m2 vale menos de dois euros.&amp;nbsp;

O que &amp;eacute; bem vis&amp;iacute;vel &amp;eacute; que os&amp;nbsp;terrenos r&amp;uacute;sticos mais baratos&amp;nbsp;do mercado localizam-se em munic&amp;iacute;pios do interior do pa&amp;iacute;s, como &amp;eacute; o caso de Almod&amp;ocirc;var e M&amp;eacute;rtola (distrito de Beja), onde o m2 custa apenas 0,7 euros. &amp;Eacute; tamb&amp;eacute;m exemplo o concelho de Nisa (Portalegre), com pre&amp;ccedil;o de 0,9 euros/m2 e Torre de Moncorvo (Bragan&amp;ccedil;a), onde o m2 custa apenas um euro.

Terrenos r&amp;uacute;sticos &amp;agrave; venda: pre&amp;ccedil;os e oferta

Dados dos &amp;uacute;ltimos tr&amp;ecirc;s meses terminados em outubro de 2024


&amp;nbsp;P&amp;aacute;gina 1 de 12&amp;nbsp;&amp;nbsp;

	Table with 4 columns and 235 rows. Currently displaying rows 1 to 20.
	
		
			Distritos/ilhas
			Munic&amp;iacute;pios
			Oferta
			Pre&amp;ccedil;o (euros/m2)
		
	
	
		
			Lisboa
			Lisboa
			14
			1500
			1500
			1500
		
		
			Porto
			Porto
			28
			1224,9
			1224,9
			1224,9
		
		
			Lisboa
			Amadora
			12
			452,4
			452,4
			452,4
		
		
			Set&amp;uacute;bal
			Almada
			54
			309,5
			309,5
			309,5
		
		
			Aveiro
			S&amp;atilde;o Jo&amp;atilde;o da Madeira
			16
			268,2
			268,2
			268,2
		
		
			Porto
			Matosinhos
			40
			241,7
			241,7
			241,7
		
		
			Lisboa
			Odivelas
			12
			238,1
			238,1
			238,1
		
		
			Viseu
			Lamego
			32
			203,5
			203,5
			203,5
		
		
			Set&amp;uacute;bal
			Seixal
			52
			161,3
			161,3
			161,3
		
		
			Lisboa
			Cascais
			55
			155,8
			155,8
			155,8
		
		
			Ilha da Madeira
			Ponta do Sol
			26
			127,6
			127,6
			127,6
		
		
			Ilha da Madeira
			Calheta (Madeira)
			46
			123,7
			123,7
			123,7
		
		
			Ilha da Madeira
			Funchal
			64
			115,4
			115,4
			115,4
		
		
			Ilha de S&amp;atilde;o Miguel (A&amp;ccedil;ores)
			Vila Franca do Campo
			10
			111,3
			111,3
			111,3
		
		
			Porto
			Vila Nova de Gaia
			257
			105
			105
			105
		
		
			ilha da Madeira
			S&amp;atilde;o Vicente
			19
			104,4
			104,4
			104,4
		
		
			Porto
			Maia
			53
			104
			104
			104
		
		
			Aveiro
			Murtosa
			13
			103,3
			103,3
			103,3
		
		
			Ilha da Madeira
			C&amp;acirc;mara de Lobos
			16
			88,7
			88,7
			88,7
		
		
			Aveiro
			Espinho
			36
			84,5
			84,5
			84,5
		
	


Sem dados para Corvo, Barrancos, Manteigas e Mort&amp;aacute;gua
Considerados apenas os 235 concelhos com amostras representativas (exclu&amp;iacute;dos 69 com menos de 10 an&amp;uacute;ncios)
Fonte:&amp;nbsp;idealista/dataDescarregar estes dadosIncorporar&amp;nbsp;Descarregar imagemCriado com&amp;nbsp;Datawrapper



	&amp;nbsp;
	&amp;nbsp;
	&amp;nbsp;
	&amp;nbsp;


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J&amp;aacute; foi publicado o diploma que vem simplificar o uso dos solos r&amp;uacute;sticos para construir casas a pre&amp;ccedil;os acess&amp;iacute;veis. Esta disponibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de terrenos estar&amp;aacute; a cargo das c&amp;acirc;maras municipais e ser&amp;aacute; feita segundo regras bem definidas de forma a aumentar o n&amp;uacute;mero de casas a pre&amp;ccedil;os acess&amp;iacute;veis &amp;agrave;s fam&amp;iacute;lias de classe m&amp;eacute;dia. Desde logo, 70% das casas constru&amp;iacute;das ter&amp;atilde;o de ter &amp;ldquo;pre&amp;ccedil;os moderados&amp;rdquo;.

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Vender terrenos r&amp;uacute;sticos: conselhos para ter sucesso

Vender um terreno r&amp;uacute;stico pode ser uma forma de obter um rendimento extra, sobretudo se o solo estiver parado. Embora possa n&amp;atilde;o parecer tarefa f&amp;aacute;cil, h&amp;aacute; v&amp;aacute;rias formas de impulsionar este tipo de neg&amp;oacute;cio imobili&amp;aacute;rio, sobretudo depois da lei dos solos ter sido simplificada facilitando a convers&amp;atilde;o de terrenos r&amp;uacute;sticos em urbanos. Descobre neste artigo preparado pelo idealista/news algumas dicas para otimizar a venda de um terreno no nosso pa&amp;iacute;s.

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Lei dos solos alterada para se construir casas em terrenos r&amp;uacute;sticos

O Governo aprovou esta quinta-feira (28 de novembro de 2024) em Conselho de Ministros um diploma que flexibiliza a lei dos solos. Trata-se de um regime excecional que permite a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e urbaniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o onde atualmente n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel, nomeadamente em terrenos classificados como r&amp;uacute;sticos, mediante autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os municipais. Nos mesmos ser&amp;aacute; constru&amp;iacute;da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica ou casas a &amp;ldquo;valores moderados&amp;rdquo;.

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Terrenos r&amp;uacute;sticos: 31% das propriedades j&amp;aacute; est&amp;atilde;o identificadas no BUPi

As propriedades identificadas no Balc&amp;atilde;o &amp;Uacute;nico do Pr&amp;eacute;dio (BUPi) ascendem a 28% no continente e 3% na Madeira, o que corresponde a 31% da &amp;aacute;rea identificada, num total de 3,942 hectares nos munic&amp;iacute;pios abrangidos no processo.

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Governo acelera revis&amp;atilde;o da lei dos solos para criar casas acess&amp;iacute;veis

O Governo vai apresentar no prazo de 30 dias a primeira vers&amp;atilde;o da revis&amp;atilde;o da lei dos solos para acelerar respostas que permitam criar mais habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;iacute;vel e a pre&amp;ccedil;os controlados, disse o ministro das Infraestruturas e Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

Fonte: Idealista

</summary><published>2024-12-05T00:00:00Z</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/terrenos-rusticos-para-construir-casas-rx-a-oferta-e-precos-dos-solos_71/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/8-erros-a-evitar-se-esta-a-pensar-vender-a-sua-casa_70/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/8-erros-a-evitar-se-esta-a-pensar-vender-a-sua-casa_70/</id><title type="text">8 erros a evitar se está a pensar vender a sua casa</title><summary type="text">1. M&amp;aacute; avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do im&amp;oacute;vel

Sobrevalorizar ou subvalorizar a sua casa pode gerar dificuldades na negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e um agente imobili&amp;aacute;rio saber&amp;aacute; o que fazer, pois possui ferramentas e conhecimento para realizar uma avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o precisa e justa, garantindo que voc&amp;ecirc; obt&amp;eacute;m o melhor pre&amp;ccedil;o de venda.
2. N&amp;atilde;o zelar o im&amp;oacute;vel

Pequenos reparos podem gerar um grande impacto na perce&amp;ccedil;&amp;atilde;o do comprador e, por este motivo, &amp;eacute; importante que se fa&amp;ccedil;a acompanhar de um mediador imobili&amp;aacute;rio que o ajude a identificar exatamente quais s&amp;atilde;o as repara&amp;ccedil;&amp;otilde;es e remodela&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias para aumentar o valor do im&amp;oacute;vel, e assim, otimizar os seus investimentos.
3. M&amp;aacute;s fotografias

Fotografias profissionais fazem toda a diferen&amp;ccedil;a na apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do im&amp;oacute;vel, e um agente imobili&amp;aacute;rio possui experi&amp;ecirc;ncia suficiente para o saber ajudar a colmatar esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pois t&amp;ecirc;m muitas vezes uma rede de contactos que lhes permite indicar fot&amp;oacute;grafos especializados. Desta forma, garante que a sua casa &amp;eacute; mostrada da melhor forma poss&amp;iacute;vel.
4. M&amp;aacute; prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas visitas

Com a ajuda de um mediador imobili&amp;aacute;rio, haver&amp;aacute; uma prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o cuidada e estrat&amp;eacute;gica nas visitas &amp;agrave; casa, pois ele saber&amp;aacute; exatamente o que fazer para tornar o im&amp;oacute;vel o mais apelativo e interessante poss&amp;iacute;vel. Ver&amp;aacute; os pontos fortes do seu im&amp;oacute;vel serem ressalvados e os ambientes destacados.
5. N&amp;atilde;o despersonalizar o im&amp;oacute;vel

Um profissional pode orient&amp;aacute;-lo sobre como despersonalizar a casa sem tirar a sua identidade, criando um ambiente neutro que permita que o comprador se projete no espa&amp;ccedil;o.
6. Vender a casa vazia

Um mediador imobili&amp;aacute;rio pode eventualmente sugerir formas de mobilar a casa, de forma leve e funcional, para ajudar o comprador a visualizar o potencial do espa&amp;ccedil;o, e assim, sentir mais interesse para a compra.
7. Perfurmar em demasia a casa

Ser&amp;aacute; alertado pelo profissional imobili&amp;aacute;rio que o acompanhar para os riscos da utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtos que mascaram odores e que podem causar alergias, ou que provoquem cheiros demasiado intensos. Deve fazer uso do marketing olfativo, sim, mas de forma estrat&amp;eacute;gica e com os produtos adequados.
8. N&amp;atilde;o contratar um agente imobili&amp;aacute;rio

Este &amp;eacute; o erro mais comum e um dos que mais prejudica a venda. O agente imobili&amp;aacute;rio oferece diversos benef&amp;iacute;cios que se v&amp;atilde;o verificar &amp;uacute;teis e indispens&amp;aacute;veis para o sucesso da sua venda, e por isso, n&amp;atilde;o deve descurar este acompanhamento.&amp;nbsp;

De entre os benef&amp;iacute;cios est&amp;aacute;, principalmente, o conhecimento que estes profissionais t&amp;ecirc;m do mercado, uma vez que sabem exatamente quais s&amp;atilde;o as tend&amp;ecirc;ncias em voga, os pre&amp;ccedil;os praticados na regi&amp;atilde;o onde est&amp;aacute; o seu im&amp;oacute;vel e quais s&amp;atilde;o os perfis de cada comprador. Al&amp;eacute;m disso, s&amp;atilde;o profissionais com uma extensa rede de contactos, que poder&amp;atilde;o encontrar mais rapidamente o comprador ideal para o seu im&amp;oacute;vel, e s&amp;atilde;o &amp;oacute;timos a negociar, pois t&amp;ecirc;m experi&amp;ecirc;ncia e saber&amp;atilde;o como defender os seus interesses, garantindo-lhe um bom neg&amp;oacute;cio.

Outra vantagem da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um agente imobili&amp;aacute;rio &amp;eacute; o fator visibilidade, pois estes profissionais, por estarem muitas vezes vinculados a portais imobili&amp;aacute;rios, poder&amp;atilde;o divulgar a sua casa nos principais em Portugal, como o CASASAPO e o SUPERCASA, alcan&amp;ccedil;ando um p&amp;uacute;blico muito maior de potenciais compradores. E finalmente, na parte mais chata do processo, um agente imobili&amp;aacute;rio saber&amp;aacute; ajud&amp;aacute;-lo com a assessoria jur&amp;iacute;dica, estando consigo em todas as etapas da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

Contar com a ajudar um mediador imobili&amp;aacute;rio &amp;eacute; investir num processo de venda mais seguro, eficiente e lucrativo. O profissional desta &amp;aacute;rea auxili&amp;aacute;-lo-&amp;aacute; em todas as etapas, desde a prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do im&amp;oacute;vel at&amp;eacute; &amp;agrave; assinatura do contrato, garantindo que voc&amp;ecirc; obtenha o melhor resultado poss&amp;iacute;vel.

Fonte:&amp;nbsp;SUPERCASA</summary><published>2024-08-29T00:00:00+01:00</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/8-erros-a-evitar-se-esta-a-pensar-vender-a-sua-casa_70/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/habitacao-imt-jovens-ate-aos-35-anos-ficam-isentos-em-casas-ate-316-mil-euros_69/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/habitacao-imt-jovens-ate-aos-35-anos-ficam-isentos-em-casas-ate-316-mil-euros_69/</id><title type="text">Habitação IMT: Jovens até aos 35 anos ficam isentos em casas até 316 mil euros</title><summary type="text">Isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou desconto no IMT e de Imposto do Selo da compra da casa, isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pagamento de emolumentos e garantia p&amp;uacute;blica at&amp;eacute; 15% do valor do im&amp;oacute;vel. Estas s&amp;atilde;o as medidas para ajudar os jovens a comprarem a primeira casa, mas h&amp;aacute; limites quer em termos de valor do im&amp;oacute;vel quer, no caso da garantia p&amp;uacute;blica, de rendimentos.

O Governo apresentou &amp;ldquo;30 medidas para enfrentar a crise na habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;. O&amp;nbsp;documento&amp;nbsp;tem propostas sobre o mercado de arrendamento e sobre o mercado imobili&amp;aacute;rio. Sendo que h&amp;aacute;&amp;nbsp;medidas espec&amp;iacute;ficas para os jovens.

Em causa est&amp;aacute; a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Imposto Municipal sobre Transmiss&amp;otilde;es Onerosas de Im&amp;oacute;veis (IMT), condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas do Imposto do Selo e garantias que permitam financiar-se sem tanto esfor&amp;ccedil;o financeiro. A medida ainda precisa de ser publicada, mas j&amp;aacute; se sabe que a compra da primeira casa vai ficar mais barata.

Isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o total de IMT para casas at&amp;eacute; 316 mil euros

O ministro das Infraestruturas e da Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Miguel Pinto Luz, explicou que os&amp;nbsp;jovens at&amp;eacute; aos 35 anos que comprarem casas at&amp;eacute; ao 4.&amp;ordm; escal&amp;atilde;o de IMT (316.722 euros) v&amp;atilde;o ficar isentos&amp;nbsp;do pagamento de IMT. J&amp;aacute; se comprarem um im&amp;oacute;vel superior &amp;agrave;quele montante e at&amp;eacute; 633.453 euros s&amp;oacute; pagar&amp;atilde;o o IMT correspondente ao valor acima dos 316.722 euros. Todos os im&amp;oacute;veis com valor superior aos 633.453 euros n&amp;atilde;o ter&amp;atilde;o acesso a qualquer isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

Al&amp;eacute;m disso, os jovens ter&amp;atilde;o ainda acesso &amp;agrave; isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Imposto do Selo de compra da casa, mediante as mesmas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o do IMT.

Al&amp;eacute;m da isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes valores, o Governo anunciou ainda a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pagamentos dos emolumentos.

Quando apresentou as medidas para &amp;quot;enfrentar a crise na habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;, o Executivo liderado por Lu&amp;iacute;s Montenegro tinha assumido que ia avan&amp;ccedil;ar com estas medidas para os jovens ainda em maio. Esta quinta-feira, 23 de maio, o Governo aprovou as medidas em Conselho de Ministros e revelou que estas medidas devem entrar em vigor a 1 de agosto. At&amp;eacute; l&amp;aacute; ser&amp;aacute; necess&amp;aacute;rio que a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o seja publicada em Di&amp;aacute;rio da Rep&amp;uacute;blica.

Leia ainda:&amp;nbsp;&amp;Eacute; preciso rever os crit&amp;eacute;rios de an&amp;aacute;lise de risco no cr&amp;eacute;dito

Garantia p&amp;uacute;blica para jovens se financiarem

Outra medida anunciada &amp;eacute; a garantia p&amp;uacute;blica, que permitir&amp;aacute; aos jovens comprarem casa sem precisarem de ter poupan&amp;ccedil;as consider&amp;aacute;veis.

Quando recorremos ao cr&amp;eacute;dito para comprar casa h&amp;aacute; uma premissa que temos de cumprir: &amp;eacute; preciso&amp;nbsp;garantir que temos, pelo menos, 10% do valor do im&amp;oacute;vel.&amp;nbsp;Ou seja, se quisermos comprar uma casa de 100 mil euros temos de ter 10 mil euros em capitais pr&amp;oacute;prios. Este &amp;eacute; o valor que os bancos n&amp;atilde;o podem financiar.

Assim, os&amp;nbsp;encargos iniciais para comprar uma casa s&amp;atilde;o avultados, tornando-se invi&amp;aacute;vel para a maioria dos jovens, devido &amp;agrave; aus&amp;ecirc;ncia de poupan&amp;ccedil;as que o permitam.

O que o Governo prop&amp;otilde;e fazer agora &amp;eacute;&amp;nbsp;dar uma garantia p&amp;uacute;blica aos jovens&amp;nbsp;para &amp;ldquo;viabilizar o financiamento banc&amp;aacute;rio&amp;rdquo;. A ministra da Juventude e Moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Margarida Balseiro Lopes, explicou que a garantia p&amp;uacute;blica ser&amp;aacute; de at&amp;eacute; 15% do valor do im&amp;oacute;vel, sendo que &amp;eacute; preciso reunir as seguintes condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es:


	Jovens entre 18 e 35 anos;
	Rendimentos anuais at&amp;eacute; ao oitavo escal&amp;atilde;o do IRS (81.199 euros);
	N&amp;atilde;o sejam j&amp;aacute; propriet&amp;aacute;rios;
	N&amp;atilde;o ter recorrido antes a esta garantia pessoal do Estado;
	Im&amp;oacute;veis at&amp;eacute; 450 mil euros


Como &amp;eacute; que se processar&amp;aacute; esta medida? O Governo ainda ter&amp;aacute; de deixar claro como vai implementar a medida, mas, na pr&amp;aacute;tica,&amp;nbsp;o Estado fica como &amp;quot;fiador&amp;quot; deste montante para que os bancos possam financiar&amp;nbsp;as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es a 100%.

Qual o &amp;ldquo;desconto&amp;rdquo; dado aos jovens?

As medidas anunciadas pelo Governo t&amp;ecirc;m o objetivo de tornar vi&amp;aacute;vel a compra de casa por parte dos jovens.&amp;nbsp;Vai dar-lhes um desconto do IMT e do Imposto do Selo e permitir que se financiem a 100%. &amp;nbsp;

Para se ter uma ideia do impacto desta medida, o IMT de um im&amp;oacute;vel de 250 mil euros, no Continente, aproxima-se dos 7.500 euros e o imposto do selo dos 2.000 euros.&amp;nbsp;S&amp;oacute; nestes dois impostos tem de se ter quase 10 mil euros para um im&amp;oacute;vel daquele valor.
Saiba qual o valor do IMT e do IS

J&amp;aacute; para conseguir ter financiamento, uma pessoa que queira comprar uma casa de 250 mil euros,&amp;nbsp;ter&amp;aacute; de ter 25 mil euros, no m&amp;iacute;nimo, para dar de entrada.

S&amp;oacute; nestas tr&amp;ecirc;s rubricas o encargo ascende a 34.500 euros, sem considerar outros encargos, como a escritura ou comiss&amp;otilde;es.

Estas s&amp;atilde;o as medidas diretamente relacionadas com a compra da primeira habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o. H&amp;aacute; outras medidas a pensar nos jovens, nomeadamente o&amp;nbsp;alargamento do Porta 65,&amp;nbsp;que tamb&amp;eacute;m dever&amp;aacute; entrar em vigor em maio.

Fonte: &amp;quot;doutorfinan&amp;ccedil;as&amp;quot;</summary><published>2024-08-08T00:00:00+01:00</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/habitacao-imt-jovens-ate-aos-35-anos-ficam-isentos-em-casas-ate-316-mil-euros_69/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/isencao-de-imt-e-imposto-do-selo-pode-poupar-13700-euros-aos-jovens_67/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/isencao-de-imt-e-imposto-do-selo-pode-poupar-13700-euros-aos-jovens_67/</id><title type="text">Isenção de IMT e Imposto do Selo pode poupar 13.700 euros aos jovens</title><summary type="text">A&amp;nbsp;isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de&amp;nbsp;Imposto Municipal sobre Transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es Onerosas&amp;nbsp;(IMT)&amp;nbsp;e&amp;nbsp;Imposto do Selo&amp;nbsp;na compra de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria e permanente por jovens at&amp;eacute; aos 35 anos pode traduzir-se num &amp;quot;desconto&amp;quot; de 5.500 ou 13.700 euros numa casa de, respetivamente, 200.000 ou 300.000 euros.

A nova estrat&amp;eacute;gia para a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, apresentada pelo&amp;nbsp;Governo&amp;nbsp;em 10 de maio, contempla, entre as medidas dirigidas aos mais jovens, isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pagamento daqueles dois impostos na&amp;nbsp;compra de casa&amp;nbsp;at&amp;eacute; ao 4.&amp;ordm; escal&amp;atilde;o de IMT, ou seja, at&amp;eacute; aos 316.772 euros.

Tendo em conta o esquema de taxas de IMT aplic&amp;aacute;veis a casas destinadas exclusivamente a&amp;nbsp;habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria e permanente, uma casa de 150.000 euros paga, no regime em vigor, 1.279 euros em IMT, a que se somam 1.200 euros de Imposto do Selo, num total de 2.479 euros. Estes quase 2.500 euros dever&amp;atilde;o deixar de ser pagos com a entrada em vigor desta&amp;nbsp;medida.

Se a casa custar 200.000 euros, a&amp;nbsp;fatura fiscal&amp;nbsp;ascende aos 5.500 euros (dos quais 3.977 por conta do IMT), passando para os 8.697 euros (sendo 6.777 euros de IMT) se a casa custar 240.000 euros ou ascendendo aos 13.700 euros numa casa de 300.000 euros.

Estes c&amp;aacute;lculos foram feitos tendo em conta uma isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o total de Imposto do Selo e do IMT at&amp;eacute; ao 4.&amp;ordm; escal&amp;atilde;o. Recorde-se que atualmente apenas beneficiam de&amp;nbsp;isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de IMT&amp;nbsp;(mas n&amp;atilde;o de Imposto do Selo) as casas at&amp;eacute; 101.907 euros.

O valor sobre o qual incide o IMT &amp;eacute; o mais elevado entre o que consta da&amp;nbsp;caderneta predial,&amp;nbsp;ou seja, o Valor Patrimonial Tribut&amp;aacute;rio (VPT) da casa que est&amp;aacute; a ser transacionada, e o valor escriturado, ou seja, o da venda.

Os detalhes desta medida dever&amp;atilde;o ser afinados no&amp;nbsp;Conselho de Ministros&amp;nbsp;dedicado a medidas para os jovens, o que pode acontecer esta quinta-feira j&amp;aacute; que o Governo sinalizou na apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da estrat&amp;eacute;gia para a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o que pretendia ter esta medida aprovada em 15 dias.

Um dos detalhes que falta conhecer relativamente &amp;agrave; isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o do IMT &amp;eacute; qual o valor de&amp;nbsp;rendimento&amp;nbsp;que permite ao jovem ser eleg&amp;iacute;vel. Em entrevista &amp;agrave; Lusa, o ministro das Infraestruturas e Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Miguel Pinto Luz, n&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;ou valores, mas afirmou que a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;quot;vai ter um limite de rendimentos&amp;quot;.
Fonte: Idealista</summary><published>2024-05-23T00:00:00+01:00</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/isencao-de-imt-e-imposto-do-selo-pode-poupar-13700-euros-aos-jovens_67/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/futuro-da-habitacao-o-que-diz-o-programa-do-governo-da-ad_66/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/futuro-da-habitacao-o-que-diz-o-programa-do-governo-da-ad_66/</id><title type="text">Futuro da habitação: o que diz o programa do Governo da AD</title><summary type="text">Revogar &amp;ldquo;medidas erradas&amp;rdquo; do Mais Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, criar um programa de apoio &amp;agrave; compra da primeira casa pelos jovens, aumentar limites do Porta 65, p&amp;ocirc;r fim &amp;agrave;s rendas congeladas, IVA a 6% na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou fomentar a &amp;ldquo;habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o agr&amp;iacute;cola&amp;rdquo;. Estas s&amp;atilde;o algumas das medidas que constam no&amp;nbsp;novo programa do Governo, entregue esta quarta-feira, 10 de abril de 2024, no Parlamento, para resolver a crise na habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O idealista/news preparou um guia explicativo com os eixos principais da&amp;nbsp;pol&amp;iacute;tica de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Governo da AD, liderado por Lu&amp;iacute;s Montenegro.


	Pol&amp;iacute;tica de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da AD: eixos estrat&amp;eacute;gicos

	
		Aumento da oferta de casas (privada, p&amp;uacute;blica, cooperativa)
		Estabilidade e confian&amp;ccedil;a no arrendamento
		Apoiar os jovens na compra da primeira casa
	
	


Para come&amp;ccedil;ar, a Alian&amp;ccedil;a Democr&amp;aacute;tica pretende&amp;nbsp;revogar as medidas&amp;nbsp;do programa&amp;nbsp;Mais Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;que considera &amp;ldquo;erradas&amp;rdquo;, entre as quais est&amp;aacute; o arrendamento for&amp;ccedil;ado, os congelamentos de rendas e as &amp;ldquo;medidas penalizadoras&amp;rdquo; do alojamento local, al&amp;eacute;m de &amp;ldquo;outras limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais consideradas desproporcionais&amp;rdquo;.

O seu objetivo, diz, &amp;eacute; &amp;ldquo;mobilizar a sociedade para um efetivo est&amp;iacute;mulo &amp;agrave;&amp;nbsp;oferta de habita&amp;ccedil;&amp;otilde;es acess&amp;iacute;veis&amp;nbsp;tanto no mercado de arrendamento como de aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;. Nesse sentido, e &amp;ldquo;enquanto esta oferta estimulada em todas as dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o produz todos os seus efeitos, entende-se que medidas restritivas que visam diminuir a procura dever&amp;atilde;o ser limitadas na estrita medida do necess&amp;aacute;rio para fazer face a situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de emerg&amp;ecirc;ncia social&amp;rdquo;.

O novo Executivo, que voltou a juntar habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e infraestruturas no mesmo minist&amp;eacute;rio, - sendo a pasta agora tutelada por Miguel Pinto Luz, com Patr&amp;iacute;cia Machado Santos na secretaria de Estado da Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o -, n&amp;atilde;o acredita que a resposta &amp;agrave;&amp;nbsp;crise da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&amp;ldquo;passe pelo controlo administrativo de pre&amp;ccedil;os, por congelamento de rendas ou pela sua limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o dentro de bandas muito estritas, ignorando as regras vigentes, para todos&amp;rdquo;.

Getty images
Assim, para melhorar o&amp;nbsp;acesso &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o,&amp;nbsp;pretende com o&amp;nbsp;novo programa do Governo&amp;nbsp;criar &amp;ldquo;cidades que sejam verdadeiramente sustent&amp;aacute;veis (e que n&amp;atilde;o excluam ningu&amp;eacute;m)&amp;rdquo;, isto &amp;eacute;, cidades que:


	promovam o bem-estar de todos os seus habitantes e permitam a revitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e n&amp;atilde;o gentrifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bairros e comunidade;
	apostem na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e em solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que consigam proporcionar&amp;nbsp;habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o a pre&amp;ccedil;os acess&amp;iacute;veis&amp;nbsp;(designadamente aos jovens),
	permitam acolher novos residentes;
	promovam uma maior intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o social e facilidade na presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os de assist&amp;ecirc;ncia e de cuidados continuados &amp;agrave; popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;eacute;nior,
	e estimulem a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma&amp;nbsp;rede de transportes&amp;nbsp;mais sustent&amp;aacute;vel que desbloqueie novas &amp;aacute;reas do territ&amp;oacute;rio.


Pol&amp;iacute;tica de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da AD: eixos estrat&amp;eacute;gicos

Aumento da oferta de casas (privada, p&amp;uacute;blica, cooperativa)

Para assegurar o aumento da oferta habitacional - seja ela&amp;nbsp;privada, estimulada com a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de diversas medidas de incentivo, designadamente fiscais; seja ela&amp;nbsp;p&amp;uacute;blica&amp;nbsp;para apoio a fam&amp;iacute;lias e indiv&amp;iacute;duos em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais vulner&amp;aacute;vel, mediante a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do stock habitacional existente ou nova constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o; seja ela&amp;nbsp;cooperativa,&amp;nbsp;seja ela resultado de uma resposta articulada com o terceiro setor -, o Governo pretende:


	Flexibilizar as limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos solos, densidades urban&amp;iacute;sticas (incluindo constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o em altura) e exig&amp;ecirc;ncias e requisitos construtivos, bem como a possibilidade de aumento dos per&amp;iacute;metros urbanos, &amp;ldquo;garantindo uma utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do territ&amp;oacute;rio de forma sustent&amp;aacute;vel e socialmente coesa e harmoniosa como forma de garantir acesso &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;.
	Criar condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de &amp;ldquo;habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o agr&amp;iacute;cola&amp;rdquo;&amp;nbsp;a pre&amp;ccedil;os mais acess&amp;iacute;veis nas zonas rurais e do interior, nomeadamente pela cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novas &amp;aacute;reas urbaniz&amp;aacute;veis nos Planos Diretores Municipais (PDM), principalmente em concelhos amea&amp;ccedil;ados pela perda de popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o;
	Inje&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado, quase-autom&amp;aacute;tica, dos&amp;nbsp;im&amp;oacute;veis e solos p&amp;uacute;blicos devolutos&amp;nbsp;ou subutilizados;
	Regime excecional e tempor&amp;aacute;rio de&amp;nbsp;elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos custos tribut&amp;aacute;rios&amp;nbsp;em obras de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o em im&amp;oacute;veis destinados a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanente independentemente da localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em ARU. Como? Atrav&amp;eacute;s da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o substancial ou elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de taxas de urbaniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, edifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o; aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de&amp;nbsp;IVA &amp;agrave; taxa m&amp;iacute;nima de 6%&amp;nbsp;nas obras e servi&amp;ccedil;os de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e alargamento da dedutibilidade.


Foto de immo RENOVATION no Unsplash

	Criar um programa de&amp;nbsp;Parcerias P&amp;uacute;blico-Privadas&amp;nbsp;para a &amp;ldquo;constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o em larga escala, quer de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o geral quer de alojamento para estudantes&amp;rdquo;;
	Estimular&amp;nbsp;novos conceitos de alojamento&amp;nbsp;no mercado: build to rent, mixed housing com b&amp;oacute;nus de densidade urban&amp;iacute;stica para habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o a custos moderados, co-living, habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o modular, cooperativas de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o flex&amp;iacute;vel dual das resid&amp;ecirc;ncias de estudantes;
	An&amp;aacute;lise do&amp;nbsp;novo simplex urban&amp;iacute;stico;
	Planeamento e&amp;nbsp;implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pol&amp;iacute;tica e oferta de transportes p&amp;uacute;blicos&amp;nbsp;&amp;ldquo;que sustente a possibilidade de aumento dos per&amp;iacute;metros urbanos e o encurtamento das dist&amp;acirc;ncias f&amp;iacute;sicas e temporais entre os existentes, garantindo uma utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do territ&amp;oacute;rio de forma sustent&amp;aacute;vel e socialmente coesa e harmoniosa como forma de garantir acesso &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;.


Getty images
Estabilidade e confian&amp;ccedil;a no arrendamento

O Governo de Lu&amp;iacute;s Montenegro entende que o desafio da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ldquo;n&amp;atilde;o se ganha sem a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da confian&amp;ccedil;a do&amp;nbsp;mercado de arrendamento, sendo imperioso criar um clima de confian&amp;ccedil;a e de seguran&amp;ccedil;a para que os alojamentos aptos para habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o sejam colocados no mercado&amp;rdquo;. E, por isso, vai:


	Avaliar &amp;ldquo;contrarreformas&amp;rdquo; introduzidas nos &amp;uacute;ltimos 8 anos ao n&amp;iacute;vel do&amp;nbsp;arrendamento e obras,&amp;nbsp;em particular as relativas &amp;agrave; dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o e renova&amp;ccedil;&amp;otilde;es (&amp;ldquo;especialmente as de 2019&amp;rdquo;);
	Rever e acelerar os mecanismos de r&amp;aacute;pida resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lit&amp;iacute;gios em caso de incumprimento dos contratos de arrendamento;
	Avaliar o mecanismo de seguro de renda previsto na lei desde 2013 e implementado apenas em 2019.


Foto de immo RENOVATION no Unsplash
Apoios aos arrendat&amp;aacute;rios vulner&amp;aacute;veis

O Governo reconhece que &amp;ldquo;h&amp;aacute; muitos atuais e prospetivos arrendat&amp;aacute;rios a passar grandes dificuldades e que se justifica uma pol&amp;iacute;tica p&amp;uacute;blica que os acuda neste per&amp;iacute;odo de desequil&amp;iacute;brio do mercado&amp;rdquo;, mas defende que estabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve ser feia &amp;ldquo;atrav&amp;eacute;s da subsidia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos&amp;nbsp;arrendat&amp;aacute;rios&amp;nbsp;que precisam, e n&amp;atilde;o do castigo generalizado dos propriet&amp;aacute;rios, que seria paga por todos no longo prazo&amp;rdquo;. Como tal, pretende:


	A substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es administrativas de pre&amp;ccedil;os por&amp;nbsp;subsidia&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica aos arrendat&amp;aacute;rios&amp;nbsp;em situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de vulnerabilidade/necessidade efetiva (medida em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da taxa de esfor&amp;ccedil;o e n&amp;iacute;vel de rendimento);
	Manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o,&amp;nbsp;enquanto o mercado n&amp;atilde;o estabiliza, de&amp;nbsp;subs&amp;iacute;dio de renda din&amp;acirc;mico&amp;nbsp;que garante uma comparticipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s fam&amp;iacute;lias com taxas de esfor&amp;ccedil;o elevadas.


Apoiar os jovens na compra da primeira casa

O novo Governo de Lu&amp;iacute;s Montenegro quer &amp;ldquo;libertar os jovens de pagar duas entradas&amp;rdquo; na&amp;nbsp;compra de casa: o IMT e imposto de selo ao Estado; e a entrada da casa para o cr&amp;eacute;dito habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos bancos. No programa do Executivo est&amp;aacute;, assim, inclu&amp;iacute;do o &amp;quot;Programa de Apoio &amp;agrave; Compra da Primeira Casa pelos Jovens&amp;quot;, que consiste em duas medidas que visam ajudar os jovens que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m poupan&amp;ccedil;as suficientes para suportar estes custos:


	Eliminar o IMT e Imposto de Selo&amp;nbsp;para compra de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria e permanente por jovens at&amp;eacute; aos 35 anos;
	Garantia p&amp;uacute;blica&amp;nbsp;para viabilizar o financiamento banc&amp;aacute;rio da totalidade do pre&amp;ccedil;o da aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da primeira casa por jovens.


Se o&amp;nbsp;programa for aprovado, os jovens at&amp;eacute; aos 35 anos n&amp;atilde;o ter&amp;atilde;o de pagar o IMT e o Imposto de Selo na hora de&amp;nbsp;comprar a primeira casa.&amp;nbsp;E se n&amp;atilde;o tiverem poupan&amp;ccedil;as para dar, no m&amp;iacute;nimo, 10% de entrada do menor valor entre o pre&amp;ccedil;o da casa e a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o banc&amp;aacute;ria, t&amp;ecirc;m tamb&amp;eacute;m a possibilidade de recorrer a uma garantia p&amp;uacute;blica para ter um&amp;nbsp;cr&amp;eacute;dito habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;com financiamento a 100%.

Foto de immo RENOVATION no Unsplash
No documento, o Governo refere que vai tamb&amp;eacute;m aumentar a&amp;nbsp;abrang&amp;ecirc;ncia do programa Porta 65&amp;nbsp;nos limites da sua aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sem adiantar mais informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;

O&amp;nbsp;Programa do XXIV Governo Constitucional&amp;nbsp;foi entregue pelo ministro dos Assuntos Parlamentares, Pedro Duarte, ao presidente da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, Jos&amp;eacute; Pedro Aguiar-Branco, esta quarta-feira, mas n&amp;atilde;o indica o impacto financeiro destas medidas.

O documento n&amp;atilde;o &amp;eacute; votado na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, apenas apreciado, mas os grupos parlamentares podem apresentar mo&amp;ccedil;&amp;otilde;es de rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do programa, cuja aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige &amp;quot;maioria absoluta dos deputados em efetividade de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;quot;.

Fonte, Idealista</summary><published>2024-04-11T00:00:00+01:00</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/futuro-da-habitacao-o-que-diz-o-programa-do-governo-da-ad_66/" /></entry><entry xml:base="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/habitacao-lisboa-quer-ceder-terrenos-para-cooperativas-privadas_65/"><id>http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/habitacao-lisboa-quer-ceder-terrenos-para-cooperativas-privadas_65/</id><title type="text">Habitação: Lisboa quer ceder terrenos para cooperativas privadas</title><summary type="text">Lisboa prepara-se para lan&amp;ccedil;ar um novo modelo cooperativo para&amp;nbsp;constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o privada&amp;nbsp;em terrenos cedidos pelo munic&amp;iacute;pio. A proposta pressup&amp;otilde;e que o direito de superf&amp;iacute;cie seja cedido por 90 anos, e que os projetos sejam entregues com todos os&amp;nbsp;licenciamentos&amp;nbsp;necess&amp;aacute;rios e projetos de arquitetura aprovados em concurso p&amp;uacute;blico. A cooperativa dever&amp;aacute; ter financiamento pr&amp;oacute;prio para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

Mas para o programa&amp;nbsp;&amp;ldquo;Cooperativas 1.&amp;ordf; Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;&amp;nbsp;ainda tem que ser aprovado pelo executivo camar&amp;aacute;rio, que inclui vereadores da oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, devendo ir a reuni&amp;atilde;o de C&amp;acirc;mara a 14 de fevereiro, avan&amp;ccedil;a o Jornal de Neg&amp;oacute;cios.

Tal como explica a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o objetivo passa por utilizar terrenos da c&amp;acirc;mara de pequena dimens&amp;atilde;o que estejam vazios, distribu&amp;iacute;dos por v&amp;aacute;rias zonas da cidade, fazer um concurso e entreg&amp;aacute;-los a&amp;nbsp;cooperativas.&amp;nbsp;H&amp;aacute; cinco terrenos j&amp;aacute; identificados: Lumiar, Benfica, Arroios, Santa Engr&amp;aacute;cia e Quinta das Lavadeiras.

&amp;ldquo;Temos falado com muitas&amp;nbsp;cooperativas, sabemos que existe muito interesse, e pe&amp;ccedil;o algum apoio para que este projeto ande para a frente, n&amp;atilde;o faz sentido continuarmos com estes espa&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos vazios&amp;rdquo;, diz a vereadora da Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Obras Municipais, Filipa Roseta, citada pelo jornal, explicando que a filosofia do projeto &amp;eacute; conseguir &amp;ldquo;habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o sem fins lucrativos, a pre&amp;ccedil;o de custo&amp;rdquo;.

Fonte: idealista</summary><published>2024-02-07T00:00:00Z</published><updated>2026-04-09T12:57:19Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.imoescala.pt/pt/noticias/show/habitacao-lisboa-quer-ceder-terrenos-para-cooperativas-privadas_65/" /></entry></feed>